terça-feira, 31 de janeiro de 2012


A Causa Primária do Câncer

Sabiam que no ano de 1931 um cientista recebeu o prêmio Nobel por descobrir a CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER?

Mas peraí, se a causa foi descoberta, por que ainda não descobriram a cura??

Vamos saber agora!!

Foi este senhor:
Otto Heinrich Warburg (1883-1970).
Prêmio Nobel em 1931 por sua tese "A causa primária e a prevenção do câncer"

Segundo este cientista, o câncer é a consequência de uma alimentação antifisiológica e um estilo de vida antifisiológico.

Por que?... porque uma alimentação antifisiológica - dieta baseada em alimentos acidificantes + sedentarismo, cria em nosso organismo um ambiente de ACIDEZ.

A ACIDEZ por sua vez, EXPULSA o OXIGÊNIO das células!!!

Ele afirmou: "A falta de oxigênio e a acidez são as duas caras de uma mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro."

Ou seja, se você tem excesso de acidez, então automaticamente falta oxigênio em seu organismo!

Outra afirmação interessante: "As substâncias ácidas repelem o oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinas atraem o oxigênio."
Ou seja, um ambiente ácido, sim ou sim, é um ambiente sem oxigênio. 
E ele afirmava que: "Privar uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 horas, pode convertê-la em cancerígena."

Ainda segundo Warburg: "Todas as células normais tem como requisito absoluto o oxigênio,  porém as células cancerosas podem viver sem oxigênio - uma regra sem exceção." 

E também: "Os tecidos cancerosos são tecidos ácidos, enquanto que os saudáveis são tecidos alcalinos." 

Em sua obra "O metabolismo dos tumores", Warburg demonstrou que todas as formas de câncer se caracterizamn por duas condições básicas: a acidose (acidez do sangue) e a hipoxia (falta de oxigênio). Também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e NÃO PODEM sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio; em troca, sobrevivem graças a  GLICOSE, sempre que o ambiente está livre de oxigênio... Portanto, o câncer não seria nada mais que um mecanismo de defesa que tem certas células do organismo para continuar com vida em um ambiente ácido e carente de oxigênio.

Resumindo:

Células sadias vivem em um ambiente alcalino e oxigenado, o qual permite seu normal funcionamento.

Células cancerosas vivem em um ambiente extremamente ácido e carente de oxigênio.

IMPORTANTE:

Uma vez finalizado o processo da digestão, os alimentos de acordo com a qualidade de proteína, hidrato de carbono, gordura, minerais e vitaminas que fornecem, gerarão uma condição de acidez ou alcalinidade no organismo. Ou seja, depende unicamente do que você come!

O resultado acidificante ou alcalinizante se mede através de uma escala chamada PH, cujos valores se encontram em um nível de 0 a 14, sendo PH 7, um PH neutro.

É importante saber como os alimentos ácidos e alcalinos afetam a saúde, já que para que as células funcionem de forma correta e adequada, seu PH deve ser ligeiramente alcalino. Em uma pessoa saudável, 
o PH do sangue se encontra entre 7,40 e 7,45. Leve em conta que se o ph sanguíneo caísse abaixo de 7, entraríamos em estado de coma, próximo a morte.

Então, o que temos a ver com tudo isto? Vamos ao que interessa!!

Alimentos que acidifican o organismo:

# Açúcar refinado e todos os seus subprodutos - o pior de tudo: não tem proteínas, nem gorduras, nem minerais, nem vitaminas, só hidrato de carbono refinado, que pressiona o pancreas. Seu PH é 2.1 ou seja, altamente acidificante
#  Carnes - todas
# Leite de vaca e todos os seus derivados - queijos, requeijão, iogurtes, etc.
# Sal refinado
# Farinha refinada e todos os seus derivados - massas, bolos, biscoitos, etc.
# Produtos de padaria - a maioria contém gordura sagurada, margarina, sal, açúcar e conservantes
# Margarinas
# Refrigerantes
# Cafeína - café, chás pretos, chocolate
# Álcool
# Tabaco
# Remédios, antibióticos
# Qualquer alimento cozido - o cozimento elimina o oxigênio e o trasforma em ácido - inclusive as verduras cozidas.
# Tudo que contenha conservantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, etc. Enfim: todos os alimentos enlatados e industrializados. Constantemente o sangue se encontra autorregulando-se para não cair em acidez metabólica, desta forma garantindo o bom funcionamento celular, otimizando o metabolismo. O organismo DEVERIA obter dos alimentos, as bases (minerais) para neutralizar a acidez do sangue na metabolização, porém todos os alimentos já citados, contribuem muito pouco, e em contrapartida, desmineralizam o organismo (sobretudo os refinados). Há que se levar em conta que no estilo de vida moderno, estes alimentos são consumidos pelo menos 3 vezes por dia, os 365 dias do ano!!! Curiosamente, todos estes alimentos citados, são ANTIFISIOLÓGICOS!!...Nosso organismo não foi projetado para digerir toda essa porcaria!!!

Alimentos Alcalinizantes

 # Todas as verduras cruas (algumas são ácidas ao paladar, porém dentro do organismo tem reação alcalinizante, outras são levemente acidificantes porém trazem consigo as bases necessárias para seu correto equilíbrio);  cruas produzem oxigênio, cozidas não.
 # Frutas, igualmente as verduras. Por exemplo: o limão tem um PH aproximado de 2.2, porém dentro do organismo tem um efeito altamente alcalinizante (quem sabe o mais poderoso de todos).
Não se deixe enganar pelo seu gosto ácido, ok?
As frutas produzem quantidades saudáveis de oxigênio!
# Sementes: além de todos os seus benefícios, são altamente alcalinizantes, como por exemplo as amêndoas.
# Cereais integrais: O único cereal integral alcalinizante é o milho, todos os demais são ligeiramente acidificantes, porém muito saudáveis!.. Lembre-se que nossa alimentação ideal necessita de uma porcentagem de acidez (saudável). Todos os cereais devem ser consumidos cozidos.
# O mel é altamente alcalinizante.
# A clorofila das plantas (de qualquer planta)� �é altamente alcalinizante (sobretudo a aloe vera, mais conhecida como babosa).
# Á água é importantíssima para a produção de oxigênio. "A desidratação crônica é o estressante principal do corpo e a raiz da maior parte de todas as enfermidades degenerativas", afirma o Dr. Feydoon Batmanghelidj.
#O exercício oxigena todo teu organismo, o sedentarismo o desgasta.  Não é preciso dizer mais nada, não é?

O Doutor George w. Crile, de Cleverand, um dos cirurgiões mais importantes do mundo declara abertamente:
“Todas as mortes mal chamadas "naturais", não são mais que o ponto terminal de uma saturação de ácidos no organismo.”  
Como dito anteriormente, é totalmente impossível que um câncer prolifere em uma pessoa que libera seu corpo da acidez, nutrindo-se com alimentos que produzam reações metabólicas alcalinas e aumentando o consumo de água pura; e que por sua vez, evita os alimentos que produzem acidez, e se abstém de elementos tóxicos. Em geral o câncer não se contrai nem se herda… o que se herda são os costumes alimentícios, ambientais e o estilo de vida.  Isto sim é que produz o câncer.

Mencken escreveu:

“A luta da vida é contra a retenção de ácido”.
"O envelhecimento, a falta de energia, o stress, as dores de cabeça, enfermidades do coração, alergias, eczemas, urticária, asma, cálculos renais e arterioscleroses entre outros, não são nada mais que a acumulação de ácidos."

O Dr. Theodore A. Baroody disse em seu livro “Alkalize or Die” (Alcalinizar ou Morrer):

"Na realidade não importa o sem-número de nomes de enfermidades. O que importa sim é que todas elas provém da mesma causa básica: muito lixo ácido no corpo!”

O Dr. Robert O. Young disse:

"O excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as enfermidades degenerativas. Quando se rompe o equilíbrio e o organismo começa a produzir e armazenar mais acidez e lixo tóxico do que pode eliminar, então se manifestam diversas doenças."

E a quimioterapia? 

Não vou entrar em detalhes, somente me limito a enfatizar o óbvio: a quimioterapia acidifica o organismo a tal extremo, que este recorre às reservas alcalinas do corpo de forma inmediata para neutralizar tanta acidez, sacrificando assim bases minerais (Cálcio, Magnésio, Potássio) depositadas nos ossos, dentes, articulações, unhas e cabelos. É por esse motivo que se observa semelhante degradação nas pessoas que recebem este tratamento, e entre tantas outras coisas, se lhes cai a g rande velocidade o cabelo. Para o organismo não significa nada ficar sem cabelo, porém um PH ácido significaria a morte.

Eis a resposta do começo do email: >>> É necessário dizer que isto não é divulgado porque a indústria do câncer (leia-se indústria alimentícia + indústria farmacêutica) e a quimioterapia são alguns dos negócios mais multimilionários que existem hoje em dia ??
É necessário dizer que a indústria farmacêutica e a indústria alimentícia são uma só entidade??

nota: Você se dá conta do que significa isto?

Quanto mais gente doente, mais a indústria farmacêutica no mundo vai lucrar! E pra fabricar tanta gente doente, é ncessário muito alimento lixo, como a indústria alimentícia tem produzido hoje no mundo, ou seja, um produz pra dar lucro ao outro e vice-versa, é uma corrente. Esta é uma equação bem fácil de entender, não é?)
Quantos de nós temos escutado a notícia de alguém que tem câncer e sempre alguém diz: "É.... poderia acontecer com qualquer um..." Com qualquer um ???  
Agora que você já sabe, o que você vai fazer a respeito?

A ignorância justifica, o saber condena.

"Que teu alimento seja teu remédio, que teu remédio seja teu alimento." Hipócrates



Fontes –




sexta-feira, 27 de janeiro de 2012


Um milagre por um dólar e onze cêntimos

Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.

Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros.

Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.

Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!

- O que você quer? - perguntou o farmacêutico irritado. - Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos -, explicou ele sem esperar uma resposta.

- Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado. - Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre.

- Desculpe, não entendi. - disse o farmacêutico.

- O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.

- Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.

- Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.

O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava.

- Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.

- Quanto você tem? - perguntou o senhor da cidade grande.

- Um dólar e onze cêntimos -, respondeu a garotinha bem baixinho. - E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.

- Mas que coincidência! - disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze cêntimos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos!

Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse:
- Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa..

Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa.

Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa:

- Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?

A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze cêntimos! - Mais a fé de uma criancinha.



quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Centella asiática contra a celulite

Centella asiática contra a celulite



Centella asiática contra a celulite

A centella asiática é uma das formas mais eficazes de tratar a celulite e a gordura localizada, além de normalizar a produção de colágeno

Com a chegada do verão e suas temperaturas elevadas, vestir roupas mais leves e curtas torna-se inevitável, deixando o corpo em maior evidência. Por isto, nesta estação do ano, a preocupação com a forma física lota academias de ginástica e clínicas de estética, esquecendo-se de que em todos os casos a beleza vem “de dentro para fora”.

A celulite é uma alteração do funcionamento das células conjuntivas subcutâneas que provoca acúmulo de líquidos e gordura, deixando a pele com o indesejável aspecto de “casaca de laranja”.

A centella atua no tecido conjuntivo celulítico – congestionado, subnutrido e sem elasticidade – promovendo uma ação reguladora: normalizando a produção de colágeno e melhorando a microcirculação sanguínea local, o que favorece a eliminação das células gordurosas e diminui a retenção de líquidos.

A celulite costuma atingir mais as mulheres em razão do estrógeno, hormônio feminino, que promove uma retenção de líquidos justamente nas regiões mais críticas. Estes líquidos não conseguem ser totalmente eliminados graças à dificuldade de circulação. Assim ficam acumulados entre as células de gorduras logo abaixo da derme.

Qualquer coisa que facilite a passagem sanguínea e a retirada das toxinas também combate a celulite.

A massagem promove a drenagem das toxinas, além de dilatar os vasos, aumentando a circulação. Para a operação massagem, cremes contra a celulite à base de centella asiática ajudam. Além de facilitar o deslizamento, eles possuem substâncias que agem na gordura e nos vasos sanguíneos.

A centella asiática possui propriedades antirreumáticas, dermatológicas, vulnerárias e levemente diuréticas, além de ser um vasodilatador periférico. Tem ação de normalizar a circulação venosa de retorno.

Na medicina tradicional chinesa, a centella asiática é considerada a erva da "fonte da juventude", ou seja, capaz de aumentar a longevidade.

Estudos alegam que seu uso proporciona um efeito energizador.

A centella asiática é amplamente usada na medicina ayurvédica, na qual é conhecida como brahmi.

A centella asiática é uma das formas mais eficazes de tratar a celulite e a gordura localizada. Normaliza a produção de colágeno, melhora a circulação sanguínea, evita câimbras e formigamento das pernas e favorece a eliminação das células gordurosas.

Também é indicada para tratamentos de varizes, varicose, quadros reumáticos, feridas indolentes, úlceras leprosas e cicatrização cirúrgica.

Fonte: Aloe Vita (texto adaptado)







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Cirurgia pode curar diabetes - Unicamp

Cirurgia pode curar diabetes

Unicamp desenvolve cirurgia capaz de curar diabetes

Por questão de sigilo, as autoridades brasileiras não divulgam este fato, pois as indústrias farmacêuticas e médicos especialistas em diabetes teriam seus dias contados 

(a divulgação está prevista para 2012, tempo suficiente para o ajuste desta nova realidade).


No SUS de alguns Estados esta cirurgia está liberada (RN, por exemplo).


Caso você tenha algum conhecido, portador desta doença, lhe comunique sobre este assunto. Maiores detalhes podem ser consultados diretamente pelo GOOGLE, pesquisando por "cirurgia capaz de curar diabetes".

www.hc.unicamp.br/imprensa/not-3-diabetes.shtml

Cirurgia pode curar diabetes

Unicamp desenvolve cirurgia capaz de curar diabetes

Pesquisadores da FCM da Unicamp, estão testando uma nova cirurgia capaz de curar pacientes de  diabetes. Cinco pessoas foram submetidas ao procedimento e quatro delas já estão curadas, dispensando até mesmo a insulina, enquanto a quinta conseguiu reduzir em até 80% a ingestão da substância.

O estudo começou depois da constatação de que 90% dos pacientes obesos com diabetes que passavam pela cirurgia de redução de estômago ficavam curados da doença. Anteriormente, a melhora era atribuida à própria diminuição do peso, razão da cirurgia, mas já havia redução da taxa de glicemia antes mesmo do emagrecimento, inclusive no pós-operatório. A partir daí, os médicos da Unicamp decidiram investigar.

Durante a cirurgia de redução de estômago, além da diminuição do tamanho do órgão, é feito um desvio para o alimento de forma que ele evite a primeira parte do intestino. Os médicos da Unicamp descobriram que esse procedimento secundário provoca o aumento de uma substância chamada GLP1 que, por sua vez, estimula o pâncreas a produzir insulina.
A nova técnica parte direto para esse desvio, dispensando a redução do estômago, mas costurando o orgão no intestino entre 70 e 80 centímetros depois do ponto original. Assim, pode ser aplicada até mesmo a pacientes não obesos, caso das cinco pessoas que foram submetidas à cirurgia até agora.

Assessoria de Imprensa do HC UNICAMP
Caius Lucilius
e-mail: imprensa@hc.unicamp.br






quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Estudo relaciona o uso de estatinas com risco maior para diabetes

Estudo relaciona o uso de estatinas com risco maior para diabetes



Estudo relaciona o uso de estatinas com risco maior para diabetes

por Elizabeth Walling (NaturalNews)

Publicado em 12/01/2012

Tradução: José Carlos Brasil Peixoto
Médico Homeopata  

Um novo estudo confirma um perigoso efeito colateral da estatinas (por exemplo: sinvastatina, NT): diabetes. Pesquisadores da Harvard Medical School emitiram relato de que mulheres a partir da idade de 45 anos são muito mais propensas a desenvolver diabetes se estiverem tomando um medicamento à base de estatinas (remédios que reduzem as taxas de colesterol no sangue a partir de bloqueio de atividades fisiológicas do fígado, NT).

O estudo acompanhou mais de 153 mil mulheres na pós-menopausa que se inscreveram no estudo Women Health Initiative (WHI) nos anos 1990. No momento em que iniciaram sua participação, nenhuma destas mulheres tinha diabetes. Os pesquisadores acompanharam essas mulheres, e em 2005, se descobriu que quase 10 por cento daquelas que tomavam estatinas tinham desenvolvido diabetes, em comparação com apenas 6,4 por cento nas demais que não tomavam essas drogas.

Alguns especialistas estão chamando isso de "leve" ou "aumento modesto". No entanto, em análise estatística os números revelam um resultado diferente: este é um aumento enorme de 50 por cento no risco de desenvolver diabetes!

Uma vez que as estatinas são os medicamentos “mais bajulados” da comunidade médica, este risco está sendo jogado para baixo. Mas como milhões de americanos tomam produtos a base de estatinas, um aumento de 50 por cento realmente é relevante.

Este não é o primeiro estudo para aumentar o vínculo entre estatinas e diabetes. Na verdade, existem vários estudos demonstrando os mesmos resultados. Por exemplo, as estatinas também foram documentadas em aumentar o risco de diabetes em um estudo randomizado e controlado, em 2008. Relatórios mais sobre a conexão entre o diabetes e as drogas estatinas foram publicados no The Lancet em 2010 e mais uma vez no Journal of the American Medical Association em 2011.

Embora as estatinas devessem estar ajudando nossos corações, elas podem estar fazendo exatamente o oposto. A ligação entre diabetes e doença cardíaca é terrivelmente eloquente. O site oficial da Associação Americana do Coração afirma: “Adultos com diabetes tem 2 a 4 vezes mais chances de ter uma doença cardíaca ou um derrame do que um adulto sem diabetes”.
Desgraçadamente, diabetes não é o único problema de saúde relacionado ao emprego de medicamentos para redução do colesterol.

Texto original em:




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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Planta medicinal é nova esperança no combate ao alcoolismo – Holvenia dulcis


Planta medicinal é nova esperança no combate ao alcoolismo – Holvenia dulcis

10/01/2012

Redação do Diário da Saúde
    
   Planta medicinal é nova esperança no combate ao alcoolismo

A Holvenia dulcis - cajueiro-japonês - é usada há séculos para combater os efeitos da embriaguez.[Imagem: Wikipedia]

Planta medicinal anti-ressaca

Cientistas da Universidade da Califórnia (EUA) descobriram que um componente de uma planta medicinal anti-ressaca pode combater os efeitos da intoxicação alcoólica aguda, bem como os sintomas da abstinência do álcool.
Isso abre a possibilidade de que o composto venha a ser usado tanto no atendimento a pacientes em coma alcoólico quanto como um medicamento de apoio para quem quer deixar o vício da bebida.
O composto, chamado dihidromiricetina, foi extraído da planta medicinal Hovênia (Hovenia Dulcis), que possui vários nomes populares no Brasil, como cajueiro-japonês, banana-do-japão, caju-do-japão, gomari, uva-japonesa e outros.

Dihidromiricetina

Os pesquisadores descobriram que a dihidromiricetina bloqueia a ação do álcool sobre o cérebro e os neurônios, além de levar à redução voluntária no consumo de álcool.

A dihidromiricetina inibe os efeitos do álcool sobre os receptores cerebrais GABAA.

O álcool normalmente reforça a ação dos receptores GABAA de diminuição da atividade cerebral, reduzindo a capacidade de comunicação e aumentando a sonolência - sintomas comuns da embriaguez.

Assim como a planta medicinal, que é usada há séculos para combater os efeitos da ingestão excessiva de álcool, o composto também não apresentou efeitos colaterais nos testes iniciais, feitos em cobaias.

Segundo os doutores Jing Liang e Richard Olsen, o próximo passo da pesquisa é avaliar o fármaco em voluntários humanos.

Medicamentos contra o alcoolismo

A expectativa é que, além de combater o mal-estar provocado pela bebida entre aqueles que não querem parar de beber, o composto possa ser usado em situações mais graves, de intoxicação alcoólica, e no auxílio a pessoas que querem deixar o vício.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 76 milhões de pessoas são viciadas em álcool em todo o mundo, dentre as quais apenas 13% recebem um tratamento médico adequado.
Ainda segundo a OMS, a principal causa dessa falta de apoio aos alcoólatras é a inexistência de medicamentos eficazes que possam auxiliar nos tratamentos.







quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Própolis vermelha combate células de leucemia

Própolis vermelha combate células de leucemia



Própolis vermelha combate células de leucemia

02/01/2012

Com informações do Jornal da Unicamp

    Própolis vermelha combate células de leucemia

Amostra da própolis vermelha (esquerda), que ocorre somente no Nordeste brasileiro. A substância é mais eficaz do que a própolis verde (direita) no combate às células de leucemia. [Imagem: Antoninho Perri/Unicamp]


Própolis contra leucemia


Há algum tempo já se sabe que a própolis brasileira é a melhor e a mais rica do mundo.
Desde 1995, o professor Yong Park, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp, classificou 12 grupos dessa substância natural e constatou que ela possui atividades antimicrobianas, anticancerígenas e anti-HIV, para ficar em apenas três exemplos.
Mais recentemente, sua equipe descobriu classificou um 13º grupo, constituído pela chamada própolis vermelha, que ocorre somente no Nordeste do Brasil.
Testes de laboratório comprovaram que a própolis vermelha é capaz de induzir a apoptose (morte programada) em células leucêmicas humanas.
Altamente promissora, a pesquisa tem agora um longo caminho a percorrer até o desenvolvimento de um medicamento natural para combater a leucemia.
"Dois dos desafios são identificar e isolar a substância que tem o efeito citotóxico. Depois, é preciso fazer os testes pré-clínicos e clínicos. Por enquanto, o que nós fizemos foi constatar a atividade da substância no combate às células leucêmicas e comprovar que a ação da própolis vermelha é maior do que a da própolis verde, que é a mais comum no Brasil", explica o farmacêutico Gilberto Franchi, membro da equipe.

Própolis vermelha

Os cientistas começaram o trabalho coletando a própolis vermelha em colmeias localizadas nas proximidades da costa e de rios nordestinos.
De acordo com o professor Park, foi observado que as abelhas coletavam o exsudato vermelho, uma substância resinosa da superfície da planta Dalbergia ecastophyllum, conhecida popularmente como rabo-de-bugio.
Tanto a própolis quanto o exsudato foram analisados e ambos apresentaram similaridade entre seus componentes químicos.
Em seguida, os extratos etanólicos das própolis vermelha e verde foram testados, em células leucêmicas humanas. "Ambos demonstraram capacidade de eliminar as células leucêmicas, mas a própolis vermelha apresentou um efeito mais eficaz", afirma Gilberto.
O resultado do trabalho provocou grande interesse por parte dos pesquisadores da área. Uma das consequências dessa repercussão foi o contato do site Global Medical Discovery Series, que selecionou a pesquisa para publicação na sua próxima edição, que dedica-se especialmente à divulgação de estudos científicos que podem contribuir para o desenvolvimento de futuros medicamentos.

Diferentes tipos de própolis

A própolis é uma resina coletada pelas abelhas melíferas de exsudatos de árvores, principalmente resinas de botões florais jovens. Os insetos misturam cera a essa substância, que depois é utilizada para vedar a colmeia, protegendo assim o enxame do ataque de micro-organismos e outros insetos.
Conforme o professor Park, inicialmente se pensava que a própolis era uma só.
Com a realização de diversas pesquisas ao longo dos últimos 16 anos, o pesquisador pôde constatar, no entanto, que a substância varia de acordo com a origem botânica.
Assim, a resina coletada no Sul do país apresenta compostos e propriedades diferentes da extraída no Nordeste, em razão das características da flora de cada região.
De maneira geral, no entanto, os testes feitos em aproximadamente 600 amostras coletadas pela equipe do professor Park indicam que a própolis apresenta em sua composição química principalmente polifenóis, flavonoides agliconas e seus derivados.
As variações quantitativas desses compostos também estão associadas ao ambiente vegetal. Considerado a maior autoridade mundial em própolis, o pesquisador da Unicamp se diz honrado e feliz por ter o trabalho reconhecido e, sobretudo, por poder passar metade do ano viajando pelo mundo para compartilhar seus conhecimentos com colegas de diversas áreas interessados no tema.
"Temos que continuar pesquisando. O Brasil tem a maior biodiversidade do mundo, e muitas fontes para a produção de medicamentos ainda podem ser descobertas aqui", defende.







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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012



"O exercício da medicina não se resume apenas na prescrição de medicamentos e nos procedimentos cirúrgicos, mas, sobretudo, na prevenção das doenças e na valorosa e indispensável pedagogia da saúde"


Gilberto Coutinho