quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O AÇÚCAR ALIMENTA O CÂNCER



O AÇÚCAR ALIMENTA O CÂNCER

Dr. Alberto P. Gonzalez,
Médico Homeopata

Quando sou procurado por pacientes que passam pela experiência de vida chamada "câncer", normalmente sou indagado sobre algum alimento ou erva que apresente capacidade de tratamento da doença. Esta pergunta é muito comum, assim como é comum que o homem procure soluções que sejam rápidas e milagrosas para os seus problemas.

Mas o câncer é uma doença muito misteriosa, com muitas nuances e detalhes, tão individuais como os que a hospedam. Cada câncer tem um comportamento único, dependendo do tipo histológico, ou do tipo de tecido em que se desenvolve. Alguns tem comportamento mais agressivo, resistem ao tratamento estabelecido, tornam-se rebeldes. Outros são facilmente ressecaveis por cirurgia e regridem com algumas sessões de quimioterapia. Enfim, é uma relação única entre doença e hospedeiro, onde cada parte vai desempenhar um papel.

Mas existem alguns princípios que os hospedeiros de um câncer devem conhecer e depois de conhecer, respeitar. O primeiro é: deixar todas as práticas que possam causar nocividade ou facilitar o desenvolvimento do tumor. O segundo e deixar de lado todos os pensamentos e sentimentos não criativos, que contenham medo. Devem evitar mais que qualquer outro ser humano sentir raiva ou agressividade, que são verdadeiros venenos contra o sistema imune.

A prática mais nociva que devemos deixar imediatamente é o consumo de açúcar, na forma do açúcar branco, mascavo, melado, rapadura, mel, doces, refrigerantes, cafezinho ou chocolate ou na forma de amidos: pães, pizzas,massas (integrais ou não) biscoitos, bolachas, bolos, tortas, salgados, frituras e empacotados. Todos estes alimentos guardam uma característica comum, eles são glicêmicos, oxidantes ("enferrujantes") e acidificantes do sistema. Estes três fatores contribuem para o crescimento e o desenvolvimento de câncer.

O leitor se perguntará primeiro, como deixar hábitos tão antigos e impressos desde os primeiros dias de nossa infância? Afinal o leite materno é doce! Os aniversários são doces! A merenda da escola é doce! A torta feita em casa e o pão de cada dia sao feitos de amido! O amido que é mastigado na boca já chega no estômago como açúcar.

E este é o desafio. Nós da equipe da Oficina da Semente ensinamos uma nova maneia de se alimentar para você e todos aqueles que acreditem no que estou falando (não obrigamos ninguém a acreditar, apenas ensinamos o caminho). Reaprendemos o conceito de sabor doce, reaprendemos ou aprendemos a usar as frutas, a fazer tortas, paves, mousses, pães, chocolates e sorvetes - tudo com o delicioso açúcar que a natureza nos oferece, contido nas sementes, frutas e ervas que recobrem a superficie do planeta. Reduzindo a carga glicêmica e os fungos do sistema, aumentando a quantidade de antioxidantes disponível, corrigindo lesões do DNA e permitindo melhor função da célula, damos a chance que seu corpo possa reagir melhor e principalmente, vibrar em uma freqüência mais saudável.
Nós damos apoio às medidas tomadas pelas escolas médicas. Não somo excludentes, somos inclusivos, de novos hábitos e práticas. Apenas nos encarregamos de levar estas inovações ao ambiente mais estratégico de nossas vidas e de nossa saúde: a cozinha. Não prometemos a ninguém a cura do câncer, mas podemos garantir que cada um dos que aderirem a esta forma de se alimentar e de viver estarão dando aos seus corpos e mentes uma razão a mais para ficar por mais tempo e com mais qualidade por aqui.




Alberto P. Gonzalez, médico
www.doutoralberto.com





domingo, 28 de agosto de 2011



BLOG SAÚDE CONSCIENTE




Textos sobre Alimentação e Estilo de Vida Saudável, Homeopatia, Fitoterapia, Nutrição, Medicina Preventiva Ortomolecular, Medicina Ayurveda, Medicina Tradicional Chinesa, Meditação, Yoga, Artes Marciais, Sono reparador, Atividade Física Terapêutica, ...


BLOG SAÚDE CONSCIENTE






A MÁFIA MÉDICA - Dra. Ghislaine Lanctot


A MÁFIA MÉDICA

25 de fevereiro de 2010

Dra. Ghislaine Lanctot

"A Máfia Médica" é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denuncia, publicada, mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e pela Industria Farmacêutica.

O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios.


Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:


MEDICINA SIGNIFICA NEGOCIO

A autora de “A Máfia Médica” acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que – como ela mesma confessa – estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.

- Porquê essa decepção?
Dra. Ghislaine Lanctot: Porque comecei a ver muitas coisas que me fizeram refletir. Por exemplo, que nem todas as pessoas respondiam aos maravilhosos tratamentos da medicina oficial.
Para além disso, naquela época entrei em contacto com várias terapias suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês Médecine Douce) – que não tiveram problema algum em me abrir as suas consultas e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as medicinas não agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores efeitos secundários.

- E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias alternativas não agressivas?

Dra. Ghislaine Lanctot: Assim foi. Logo a minha mente foi mais além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem charlatães a pessoas a quem eu própria tinha visto curar e porque eram perseguidas como se fossem bruxos ou delinquentes. Por outro lado, como médico tinha participado em muitos congressos internacionais -em alguns como ponente – e dei-me conta de que todas as apresentações e depoimentos que aparecem em tais eventos estão controladas e requerem, obrigatoriamente, ser primeiro aceites pelo comité científico organizador do congresso.

- E quem designa esse comitê científico?

Dra. Ghislaine Lanctot: Pois geralmente quem financia o evento: a indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide, até o que se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe nos congressos de medicina! O controlo é absoluto.

- E isso foi clarificador para si...?

Dra. Ghislaine Lanctot: E muito! Dar-me conta do controlo e da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os estudantes – fez-me entender claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio. A Medicina está hoje controlada pelos seguros -públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controlo sobre o tipo de medicina a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. Esse olharmos para trás das companhias de seguros ou da segurança social... encontramos o mesmo.

- O poder económico?

Dra. Ghislaine Lanctot: Exato, é o dinheiro quem controla totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes.... porque as pessoas sãs, não geram ingressos. A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crônicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina actual está concebida para que a gente permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.

UM SISTEMA DE ENFERMIDADE

- Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao sistema sanitário como “sistema de enfermidade”

Dra. Ghislaine Lanctot: Efectivamente. O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da enfermidade e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo físico e não tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que para além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema. Trata-se de um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se estimula para que consuma fármacos de todo o tipo.

- Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas!

Dra. Ghislaine Lanctot: Está ao serviço de quem dele tira proveito: a indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória – o sistema está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o sistema está às ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o sistema de enfermidade em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por poder.

- E que papel desempenha o médico nessa máfia?

Dra. Ghislaine Lanctot: O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é-lhe reforçada a idéia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebido é o único válido. E mais, ensina-se-lhes que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam servis ao sistema.

- O sistema, de fato, pretende fazer crer que a única medicina válida é a chamada medicina científica, a que você aprendeu e que renegou. Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a sua entrevista, publicamos um artigo a respeito.

Dra. Ghislaine Lanctot: A medicina científica está enormemente limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos.

- É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas.

Dra. Ghislaine Lanctot: Salvo no que se refere a cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, sim. Dá a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge.

- Pensa que, dão melhor resultado as chamadas medicinas suaves ou não agressivas

Dra. Ghislaine Lanctot: São uma melhor opção porque tratam o paciente de uma forma holística e ajudam-no a curar... mas tão pouco curam. Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio. Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar. A autocura é a única medicina que cura. A questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres submissos e dependentes. Nas nossas mãos está pois, romper essa escravidão.

- E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas, mediáticas e econômicas o permitem? Porque os governos não acabam com este sistema de enfermidade, que por outro lado, é caríssimo?

Dra. Ghislaine Lanctot: Acerca disso, tenho três hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa... mas é difícil de aceitar porque a informação está ao seu alcance há muitos anos e nos últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente. A segunda hipótese é que não podem acabar com ele... mas também resulta como difícil de acreditar porque os governos têm poder.

- E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o sistema.

Dra. Ghislaine Lanctot: Pois o certo é que, eliminadas as outras duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz parte dele, porque faz parte da máfia.


A MAFIA MÉDICA

- Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”?

Dra. Ghislaine Lanctot: Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a industria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) - o Ministério da Saúde da ONU – e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.

- Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”?

Dra. Ghislaine Lanctot: Assim é. Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às diretrizes da OMS. Não há escapatória. De fato, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle.

- Em que consiste essa declaração?

Dra. Ghislaine Lanctot: Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.

- Uma acção que não se questiona

Dra. Ghislaine Lanctot: Claro, porque, “quem vai ousar duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O poder econômico!

- Crê que, nem sequer as organizações humanitárias escapam a esse controlo?

Dra. Ghislaine Lanctot: Com certeza que não. As organizações humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E portanto, as suas atividades estão igualmente controladas. Organizações como Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade servem ao dinheiro.

- Uma máfia sumamente poderosa!

Dra. Ghislaine Lanctot: Onipotente, diria eu. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se” os investigadores. Os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De fato, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.


AS AUTORIDADES MENTEM

- O que explica do sistema sanitário imperante é uma realidade que cada vez mais gente começa a conhecer, mas surpreenderam-nos alguns das suas afirmações a respeito do que define como “as três grandes mentiras das autoridades políticas e sanitárias”.

Dra. Ghislaine Lanctot: Pois reitero-o: as autoridades mentem quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a sida é contagiosa e mentem quando dizem que o câncer é um mistério.

- Bem, falaremos disso ainda que, já lhe adianto, na revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem, podemos começar por falar das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação de que nenhuma vacina é útil, não se sustém. Uma coisa com que concordamos, é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até perigosas

Dra. Ghislaine Lanctot: Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A única imunidade autêntica é a natural e essa desenvolve-a 90% da população, antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar de se ocultar.


Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma enfermidade para que se
destina. Porque não se adverte? Também se oculta que a pessoa vacinada pode transmitir a enfermidade ainda que não esteja enferma. Assim mesmo, não se diz que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a enfermidade. Ainda que o mais grave seja que se oculte a inutilidade, constatada, de certas vacinas.

- A quais se refere?

Dra. Ghislaine Lanctot: Às das enfermidades como a tuberculose e o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores epidemias só alcançava a 7% das crianças apesar disso, hoje, vacina todos; a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anti-corpos das vacinas.

- E até que ponto podem ser também perigosas?

Dra. Ghislaine Lanctot: As inumeráveis complicações que causam as vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há já numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes. Por outra parte, quando se examinam as conseqüências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões esclarecedoras.

- Agradeceria que mencionasse algumas

Dra. Ghislaine Lanctot: Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano. Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas... é o que obtém a industria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer, por exemplo, estalar a “sida silenciosa” e garantir um “mercado da enfermidade”, perpetuamente florescente. Mais dados: a vacinação incita à dependência
médica e reforça a crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação facilita os genocídios selectivos pois permite liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região... Serve como experimentação para testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir no património genético hereditário de quem se queira.

- Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom ou mau uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza. Bem, falemos se lhe parece, da segunda grande mentira das autoridades: você afirma que a AIDS não é contagiosa. Perdoe-me, mas assim como o resto das suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos visto que argumente essa afirmação.

Dra. Ghislaine Lanctot: Eu afirmo que a teoria de que o único causador da sida é o HIV o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa. Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o HIV não implica necessariamente desenvolver sida. Porque a sida não é senão uma etiqueta que se “coloca” num estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema imunitário está em baixo. E nego que ter sida equivalha a morte segura. Mas, claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a Sida é una enfermidade causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do HIV enm1983, ter reconhecido já em 1990, que o HIV não é suficiente por si só para causar a sida. Outra evidência é o facto de que há numerosos casos de sida, sem vírus VIH e numerosos casos de vírus HIV, sem sida (seropositivos). Por outro lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus HIVuse a sida, e a demonstração é uma regra científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois fatores. O que se sabe, sem dúvida, é que o HIV é um retrovirus inofensivo que só se ativa quando o sistema imunitário está debilitado.

- Você afirma no seu livro que o HIV foi criado artificialmente num laboratório

Dra. Ghislaine Lanctot: Sim. Investigações de eminentes médicos indicam que o HIV foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar.

- Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a AIDS

Dra. Ghislaine Lanctot: Já no Congresso sobre SIDA celebrado em Copenhague em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que a solução então proposta pela medicina científica para combater o HIV, o AZT, era absolutamente ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se pode sobreviver à sida... mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que a AIDS. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imuno-depressores que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande negócio. Por isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro à industria farmacêutica. É tão simples quanto isto.

- Falemos da “terceira grande mentira” das autoridades: a de que o câncer é um mistério

Dra. Ghislaine Lanctot: O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anômala de células, é algo tão habitual que todos o padecemos varias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso sucede, o sistema imunitário atua e destrói as células cancerígenas. O problema surge quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor.

- E é nesse momento quando se entra na engrenagem do “sistema de enfermidade”

Dra. Ghislaine Lanctot: Assim é. Porque quando se descobre um tumor se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que escolha entre estas três possibilidades ou “formas de tortura”: amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia). Escondendo-se-lhe, que existem remédios alternativos eficazes, inócuos e baratos. E depois de quatro décadas de “luta intensiva”contra o câncer, qual é a situação nos próprios países industrializados? Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse simples fato põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram-se milhares de milhões de euros e tanto o número de doentes, como o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a criou e quem a sustem. No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos fabricantes e traficantes de armas. Bom, pois em medicina quem se beneficia são os fabricantes e traficantes do “armamento contra o câncer” ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia, da cirurgia e de toda a industria hospitalar.


A MAFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA

– No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma necessidade evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação?

Dra. Ghislaine Lanctot: Verá, pense num peixe comodamente instalado no seu aquário. Enquanto tem água e comida, tudo está bem mas se lhe começa a faltar o alimento e o nível da água desce perigosamente o peixe decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar. Bom, pois eu entendo que a máfia médica nos pode empurrar a dar esse salto individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a saltar.

- Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado

Dra. Ghislaine Lanctot: Sim. E eu creio que se está elevando muito e muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública: que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc. Ademais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou que todas as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectado com a sua própria divindade. Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o sistema atual derrubará. Tão simples como isto.

- E em que ponto crê que estamos?

Dra. Ghislaine Lanctot: Não sei quantificá-lo, mas penso que provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que quando vai ao médico vai a um especialista da enfermidade e não a um especialista da saúde. Deixar de lado a chamada “medicina científica” e a segurança que oferece, para ir a um terapeuta é já um passo importante. Também o é perder o respeito e a obediência cega ao médico. O grande passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade interior.

- E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior?

Dra. Ghislaine Lanctot: O medo. Temos medo de não chamar o médico. Mas é o medo, por si próprio, quem nos pode enfermar e matar. Nós morremos de medo. Esquecemo-nos que a natureza humana é divina, o que quer dizer, concebida para nos comportarmos como deuses. E desde quando os deuses têm medo? Cada vez que nos comportamos de maneira diferente da de um deus pomo-nos enfermos. Essa é a realidade.

- E o que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para a elevação da consciência nesta matéria?

Dra. Ghislaine Lanctot: Informar sem tentar convencer. Dizer o que sabeis e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação. Porque intentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos noutra guerra. Necessita-se apenas dar referencia. Basta dizer as coisas. Logo, as pessoas as escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o seu amor por si mesmos, dirão: “Isso é impossível”. Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e questionarão as suas convicções. É então, nesse momento, quando quiserem saber mais, que se lhes poderá dar mais informação.

Laura Jimeno Muñoz
Jornalista
Para assistir o vídeo no Youtube:
A Máfia Médica 1 de 6:
Assista também:
Documentário: Vacinação 101, com Ghislaine Lanctôt
vídeo:
Docteur Ghislaine Lanctot
Para fazer o download do livro « The Medical Mafia » em inglês:

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Porque questiono o mito do iogurte - Dr. Hiromi Shinya


PORQUE QUESTIONO O MITO DO IOGURTE



PORQUE QUESTIONO O MITO DO IOGURTE

DR. HIROMI SHINYA
Chefe da unidade de endoscopia do Beth Israel Medical Center
Professor de cirurgia no Albert Einstein College of Medicine

Recentemente, vários tipos de iogurte, como “iogurte do Mar Cáspio” e “iogurte de aloe vera”, tornaram-se muito populares no Japão porque seus benefícios à saúde são amplamente divulgados. Mas acho que tudo isso é falso.

O que costumo ouvir das pessoas que consomem iogurte é que o intestino melhorou, a prisão de ventre foi curada e a cintura diminuiu. Elas acreditam que esses resultados se devam aos lactobacilos do iogurte.

Entretanto, os benefícios dos lactobacilos são questionáveis desde as suas bases. Os lactobacilos são originalmente encontrados no intestino humano. Essas bactérias são chamadas “bactérias intestinais”. O corpo humano tem um sistema de defesa contra bactérias e vírus exógenos, portanto, mesmo as bactérias que fazem bem ao organismo, como os lactobacilos, serão atacadas e destruídas pelas defesas naturais do corpo se não fizerem parte da flora intestinal.


A primeira linha de defesa é o ácido gástrico. Quando os lactobacilos do iogurte entram no estômago, a maioria é destruída por esse ácido. Por isso, houve alguns avanços recentes e a embalagem dos iogurtes traz a seguinte frase: “lactobacilos que chegam ao seu intestino”.


Entretanto, mesmo que as bactérias consigam chegar ao intestino, é possível que elas trabalhem em conjunto com as bactérias que habitam o intestino?


Questiono o iogurte porque, no contexto clínico, as características intestinais das pessoas que consomem iogurte diariamente nunca são boas. Tenho uma forte suspeita de que, mesmo se os lactobacilos do iogurte chegassem vivos ao intestino, não só não fariam o intestino funcionar melhor como ainda prejudicaria a flora intestinal.


Então, por que muitas pessoas acham que o iogurte melhora a saúde? Para muitos, o iogurte parece “curar” a prisão de ventre. Essa “cura”, entretanto, é, na verdade, um caso de diarréia branda. Eis como isso provavelmente funciona: os adultos têm carência de enzimas que decompõem a lactose, ou açúcar encontrado nos derivados do leite. Mas a lactase, enzima que decompõe a lactose, começa a diminuir no organismo à medida que envelhecemos. Em certo sentido, isso é natural, porque são as crianças que bebem leite, e não os adultos. Em outras palavras, os adultos não precisam de lactase.


O iogurte é rico em lactose, mas a falta da enzima lactase não permite que ela sem bem digerida, resultando em má digestão. Resumindo, muitas pessoas têm diarréia leve quando consomem iogurte. Consequentemente, essa diarréia leve, que na verdade é uma excreção das fezes compactadas e acumuladas no cólon até aquele momento, é erroneamente considerada a cura da prisão de ventre.


As condições intestinais da pessoa que consome iogurte todos os dias pioram. Posso afirmar isso com base em minhas observações clínicas. O consumo diário de iogurte aumenta cada vez mais o mau cheiro das fezes e dos gases. Isso é uma indicação de que o seu ambiente intestinal está piorando. A razão do mau cheiro é a produção de toxinas no interior do cólon. Assim, ainda que as pessoas falem dos efeitos saudáveis do iogurte (e as empresas de iogurte não economizam elogios aos seus produtos), na verdade, ele contém muitas coisas que não são boas para o organismo.


Como afirmei no início, entremos agora em uma era em que nós próprios precisamos cuidar de nossa saúde. Em vez de simplesmente aceitar as informações que chegam até nós, precisamos testá-las em nosso próprio corpo.


Quando eu digo que é preciso testá-lo no próprio corpo, não quero dizer apenas comer ou experimentar qualquer outra coisa. A pessoa que acredita que o iogurte acabou com a sua prisão de ventre porque ele provocou diarréia não está vendo o contexto todo. Testar no próprio corpo quer dizer primeiro informar-se para obter a melhor orientação possível, depois colocá-la em prática e, por fim, de tempos em tempos, consultar um médic o de confiança para exame do trato gastrintestinal. Desse modo, será possível confirmar ou rejeitar os conselhos recebidos. Se você pretende colocar em pratica a Alimentação e o Estilo de Vida do Fator Enzimático contido neste livro, recomendo fazer um exame endoscópico antes de começar, e outro dois ou três meses depois. Tenho certeza de que ocorrerão grandes mudanças em suas características gastrintestinais, para melhor.


Para viver mais e com saúde, não se deixe levar por vozes externas, e sim, incline a cabeça e ouça as vozes que vêm do seu corpo.


(págs. 50 a 52, do livro: “A Dieta do Futuro” Dr. Hiromi Shinya, São Paulo, Editora Cultrix, 2010).



Aveia faz bem, ao coração e ajuda a emagrecer

NUTRIÇÃO – NUTROLOGIA – MEDICINA PREVENTIVA

Aveia faz bem ao coração e ajuda a emagrecer

Por Jocelem Mastrodi Salgado,
Nutricionista

"Aveia é um alimento funcional - O farelo de aveia é o tipo mais nutritivo e rico em ß-glucana. A recomendação de consumo diário é de 3g de ß-glucana de aveia por dia, que equivalem a três colheres de sopa de farelo de aveia (40g) ou quatro da farinha de aveia (60g)"

A aveia é um cereal de excelente valor nutricional, rico em proteína, fibras (constituída de 9-11% de fibra alimentar total), responsável pelos efeitos benéficos à saúde humana, ácidos graxos, principalmente insaturado, vitaminas e minerais. É considerada um alimento funcional já que seu consumo reduz risco e previne algumas doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, a hipertensão, o câncer de intestino entre outras.

Além das fibras insolúveis, a aveia contém uma fibra solúvel chamada betaglucana, que exerce efeitos benéficos ao nosso organismo. A ß-glucana da aveia retarda o esvaziamento gástrico, promovendo maior saciedade e melhor funcionamento intestinal; uma ótima notícia para quem quer emagrece. Além disso, melhora a circulação, controla a glicemia (açúcar no sangue) e inibe a absorção de gordura (colesterol). Diminuem as concentrações séricas de colesterol total, lipídios totais e triglicerídios de forma significativa e aumentam a fração de colesterol-HDL, conhecido como o colesterol benéfico. 

Sendo assim, o consumo regular de aveia pode estar relacionado com a diminuição da formação de placas de gorduras, que causam doenças cardiovasculares. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), em 2005, reconheceu o efeito da ß-glucana na redução da absorção de colesterol, mas alerta que seu consumo deve estar associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis. A aveia pode ser encontrada em flocos (grossos ou finos), farelo e farinha. O farelo de aveia é o tipo mais nutritivo e rico em ß-glucana. A recomendação de consumo diário é de 3g de ß-glucana de aveia por dia, que equivalem a três colheres de sopa de farelo de aveia (40g) ou quatro da farinha de aveia (60g).

Fonte:




PROFA. DRA. JOCELEM MASTRODI SALGADO

Nutricionista 




TOMATES E AZEITE PREVINEM DOENÇAS CARDÍACAS

"Alimentos funcionais - tomate e azeite"


Tema é parte do X Simpósio de Nutrição em Cardiologia em Campos do Jordão este mês.
O consumo excessivo e desequilibrado de alguns alimentos e temperos, como sal, doces, frituras e carnes gordurosas, contribui para a elevação do colesterol, da pressão arterial, do açúcar no sangue, facilitando o desenvolvimento de várias doenças: hipertensão, diabetes, infarto do miocárdio, entre outras.

O contrário também é verdadeiro: o consumo de alimentos saudáveis e de forma balanceada é importante aliado para a prevenção de doenças.

Mais azeite na mesa

Um exemplo é o azeite, óleo vegetal extraído da prensagem do fruto da oliveira, a azeitona, que traz inúmeros benefícios à saúde por ser fonte de gordura monoinsaturada, relacionada com a redução do LDL, conhecido como mau colesterol, sem reduzir as taxas de HDL, o bom colesterol.

Vários estudos comprovam seus efeitos, como os realizados em países do Mediterrâneo, nos quais a expectativa de vida das pessoas mostrou-se maior do que em países onde não se usa azeite, o que confirma que o consumo de gordura monoinsaturada contribui para a prevenção de doenças cardiovasculares.

“O azeite fornece nove calorias por mililitro e, por este motivo, não deve ser utilizado em grandes quantidades”, destaca a nutricionista Liliana Bricarello, da diretoria do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo.


Tomate previne câncer

Outro aliado da saúde é o tomate, a segunda hortaliça de maior consumo no Brasil, perdendo para a batata, tem baixo teor de gordura e de energia, fonte importante de vitaminas A e C, de sais minerais, de fósforo e potássio. Um tomate de 100 gramas tem 24 calorias, 0,30 gramas de gordura, 60 microgramas de retinol e 3,1 miligramas do pigmento licopeno.

Segundo a nutricionista Liliana Bricarello, “o pigmento licopeno age como antioxidante, auxiliando na prevenção de diversos tipos de câncer, especialmente o de próstata”.

Os tomates vermelhos e amarelos possuem essa cor em função da presença de carotenóides específicos: licopeno e betacaroteno, respectivamente. Nos verdes, a clorofila, pigmento essencial à fotossíntese, é retida com o amadurecimento. A cor dos roxos deve-se a outra classe de pigmentos, as antocianinas.

Este temas serão debatidos, entre os dias 15 e 17 de maio no Centro de Eventos SOCESP, em Campos do Jordão, interior de São Paulo, durante o X Simpósio de Nutrição em Cardiologia, paralelamente ao XXIV Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo.


Fonte: