segunda-feira, 26 de setembro de 2011


A HOMOCISTEÍNA E O CÉREBRO

Dr. Kilmer McCully,


Pesquisadores de todo o mundo estão agora investigando a homocisteína para descobrir qual o papel que ela pode estar desempenhando em outras doenças.

Alguns dos estudos mais interessantes examinaram o efeito da homocisteína sobre o cérebro – mais especificamente sobre o cérebro em processo de envelhecimento.

Na próxima seção, farei um breve resumo de algumas das descobertas mais curiosas e daquilo que desponta no horizonte à medida que passamos a saber mais sobre o amplo papel que a homocisteína pode ter em doenças que vão deste o mal de Alzheimer até a artrite.

Mal de Alzheimer e a homocisteína

Uma das mais devastadoras, temidas e freqüentes doenças do cérebro é o mal de Alzheimer. Nessa condição de demência orgânica, a capacidade do cérebro de se lembrar de acontecimentos recentes começa a diminuir e outras capacidades mentais vão sendo gradualmente perdidas no decorrer de alguns meses ou anos. O resultado final dessa doença é uma pessoa idosa incapaz de reconhecer parentes próximos, incapaz de cuidar de si mesma e incapaz de executar as mais simples tarefas.

Embora o mal de Alzheimer acometa usualmente idosos, em geral quando a pessoa entrou na casa dos 70 anos ou ainda mais tarde, ela pode ocorrer mais cedo, particularmente quando a família tem histórico de causa subjacente do mal de Alzheimer, mas há alguns fatores que parecem predispor certas pessoas, incluindo histórico familiar, consumo elevado de gorduras e variação numa proteína encontrada no sangue (ApoE4). Além disso, os resultados de um estudo realizado pela Oxford University e publicado em 1998 demonstraram que a homocisteína pode estar envolvida. Nesse estudo, o nível elevado de homocisteína do sangue ao lado de deficiências nutricionais de ácido fólico e vitamina B12 foram relatados como importantes fatores de risco do mal de Alzheimer. Essas novas informações sugerem que se controlarmos os níveis de homocisteína por meio da ingestão da dieta da Revolução do Coração e de suplementos nutricionais, podemos prevenir essa terrível doença. Sem dúvida nenhuma, vale a pena tentar.

Confirmando essas descobertas, outros estudos também demonstraram que muitas vítimas do mal de Alzheimer têm deficiência de vitamina B12. infelizmente, para esses doentes, o tratamento com vitamina B12 é ineficaz na reversão de danos cerebrais. Descobriu-se também que outras condições anormais do cérebro em idosos, incluindo confusão e outros tipos de demência, estão associadas a níveis baixos de vitamina B12 no sangue. A boa notícia é que alguns desses pacientes efetivamente respondem ao tratamento com vitamina B12.

Deficiências vitamínicas e o cérebro

Estudos recentes da função cerebral de modo geral demonstram claramente que níveis elevados de homocisteína do sangue estão associados à perda da capacidade mental – incluindo redução da capacidade de memória, dificuldades de linguagem e percepção mais lenta. Em estudos, indivíduos com deficiência de vitamina B6, ácido fólico e vitamina B12 tiveram desempenho insuficiente em testes de certas funções mentais em comparação com indivíduos sem deficiências vitamínicas. Conforme explicado anteriormente, essas deficiências vitamínicas elevam os níveis de homocisteína do sangue. Isso, por sua vez, prejudica a função cerebral ao afetar a atividade e a sobrevivência de células nervosas do cérebro.

Um exemplo interessante da relação da homocisteína com o cérebro remonta à homocistinúria. Se você se lembrar do capítulo 1, a descoberta original da homocistinúria resultou do exame de níveis de homocisteína na urina de crianças com retardamento mental. Existe mais de uma forma de homocistinúria, cada uma delas com uma causa diferente. Em um tipo, a vasta maioria das crianças vítimas desse mal são retardadas mentais. Essas crianças não receberam ajuda na forma de tratamento para redução dos níveis de homocisteína. Mas, em outro tipo, causado por uma deficiência de metilenotetraidofolato redutase, algumas das crianças doentes têm sintomas mentais muito parecidos com os da esquizofrenia. Em uns poucos casos, esses sintomas diminuíram expressivamente ou desapareceram com o tratamento com ácido fólico.

Nem estudo recente de pacientes com esquizofrenia, descobriu-se que aproximadamente metade deles tinha níveis notavelmente elevados de homocisteína do sangue em comparação com sujeitos normais. Estudos anteriores haviam demonstrado que muitos esquizofrênicos metabolizavam anormalmente a metionina. Como você deve lembrar, a metionina é convertida em homocisteína no organismo. Em experimentos, quando uma grande dose de metionina é injetada ou administrada por via oral, os sintomas da esquizofrenia são expressivamente exacerbados. Isso ocorre porque a metionina imediatamente eleva os níveis de homocisteína do sangue, embora não esteja claro como exatamente a homocisteína afeta o cérebro. Embora esses estudos demonstrem uma relação entre homocisteína e esquizofrenia, até o momento não se desenvolveu nenhuma terapia eficaz para tratamento ou prevenção da doença por meio do uso da dieta alimentar ou de suplementos. Em alguns casos, a dieta da Revolução do Coração pode ser de potencial ajuda nessa doença ao reduzir os níveis de homocisteína.

Deficiências de vitamina B6, ácido fólico e vitamina B123, particularmente em idosos, têm sido associada a uma ampla gama de distúrbios e anormalidades mentais, incluindo depressão, irritabilidade, confusão e convulsões. Pesquisas recentes demonstraram a presença de deficiência de ácido fólico em cerca de um terço dos pacientes com distúrbios psiquiátricos agudos. Curiosamente, o tratamento com ácido fólico (ácido metiltetraidrofólico) diminui os sintomas esquizofrênicos e depressivos.

A deficiência de vitamina B12 em idosos causa uma variedade de sintomas neurológicos e psiquiátricos, incluindo sensações anormais, confusão mental, perda de memória, marcha insegura, fraqueza e depressão. Parece que aqui os níveis elevados de homocisteína no sangue têm seu papel, sendo que a terapia com vitamina B12 mostrou-se eficaz no tratamento de pacientes idosos com deficiências até mesmo limítrofes.

A deficiência de vitamina B6 causa irritabilidade, convulsões, confusão e depressão em bebês e adultos. Medicamentos que causam dos níveis de homocisteína do sangue pela inibição da capacidade do organismo de utilizar a vitamina B6, como certos antibióticos, causam muito desses sintomas mentais como efeitos colaterais,  e o tratamento com vitamina B6 melhora tremendamente esses sintomas. De novo, a deficiência de vitamina B6 causa a elevdação dos níveis de homocisteína após as refeições, ocasionando função cerebral anormal durante meses ou anos.

Avanços recentes no entendimento do funcionamento do cérebro trouxeram explicações de como a homocisteína pode causar ampla variedade de anormalidades da função cerebral e nervosa. Quando animais recebem a injeção de grandes doses de homocisteína, eles entram com convulsão, e algumas crianças com homocistinúria também sofrem de convulsões. No organismo, a homocisteína é convertida em duas substâncias relacionadas, o ácido homocistéico e o ácido sulfínico. Essas duas substâncias aceleram a transmissão de sinais e impulsos neurais. Pior ainda: elas se opõem à ação de certos neurotransmissores inibitórios, causando anormalidades generalizadas da função cerebral e nervosa. Uma das formas pelas quais a homocisteína causa toxidade ao cérebro é pela superestimulação dos receptores das membranas (receptores N-metil—D-aspartato), levando o cálcio a se acumular nas células nervosas, neutralizando a ação do óxido nítrico e aumentando a produção de radicais de oxigênio. Em linguagem simples, isso significa que a elevação da homocisteína – quer associada a deficiências de vitaminas do complexo B, tratamento medicamentoso, mal de Alzheimer ou ao processo normal de envelhecimento – ajuda a danificar os tecidos nervosos do cérebro, os nervos e a medula espinhal.



(“O Fator Homocisteína”, Dr Kilmer McCully, pág. 174).


NUTRIÇÃO

A ALIMENTAÇÃO E O SISTEMA IMUNOLÓGICO

Não existem evidências que garantam que a suplementação de um único nutriente possa causar todos os benefícios

Por Antonio Herbert Lancha Jr.

As células do sistema imunológico, como outras células do nosso corpo, usam o açúcar do sangue (glicose) como fonte de energia. Porém existe um outro nutriente importante para elas: a glutamina. Ela é um aminoácido, ou seja, um pequeno componente de uma proteína, portanto presente nas carnes, leguminosas, laticínios, etc. Linfócitos e macrófagos (células do sistema imunológico) usam a glutamina em grande quantidade para desempenhar bem suas funções.

O maior provedor de glutamina no organismo é o tecido muscular.  Assim,  pessoas que praticam atividade física e, portanto, possuem uma maior atividade muscular, estão sujeitas a terem uma menor quantidade de glutamina disponível para seu sistema imune, já que após o exercício, a sua concentração  diminui consideravelmente.

Por outro lado, a ingestão adequada de carboidratos (grãos, frutas, açúcar etc.) mantém a concentração de açúcar no sangue estável, assim como a de hormônios importantes como cortisol e GH (hormônio do crescimento), podendo favorecer a ação adequada do sistema imune. Pesquisas mostram, também, que a ingestão de alimentos ricos em ácidos graxos omega-3 (encontrado na gordura de alguns peixes) ajudam a diminuir o número de infeções em animais. Os ácidos graxos omega-3 podem inibir a imunossupressão causada pela produção de uma substância chamada prostraglandina.

Os antioxidantes também tem sido investigados quanto à sua ação sobre  o  sistema imunológico, porém com menos evidências de serem eficazes. Trabalhos com corredores de maratona mostram que uma suplementação de vitamina C, três semanas antes da prova pode diminuir o estresse imunológico esperado. Outros nutrientes importantes nesse aspecto são o ferro, a vitamina A, a proteína, o zinco e a vitamina E. Esses nutrientes estão presentes nos feijões, vegetais verdes, vegetais de cores amareladas e vermelha, oleaginosas, gérmen de trigo, respectivamente.

Mas não existem evidências sólidas que garantam que a suplementação de um único nutriente possa causar todos estes efeitos benéficos, e sim que uma dieta equilibrada é capaz de propiciar um bom funcionamento do nosso sistema imunológico. Devemos então nos alimentar corretamente.



Fonte:


O ÍNDICE DE CÂNCER GÁSTRICO NO JAPÃO
É DEZ VEZES SUPERIOR AO DOS ESTADOS UNIDOS

DR. HIROMI SHINYA
Chefe da unidade de endoscopia do Beth Israel Medical Center
Professor de cirurgia no Albert Einstein College of Medicine


Por causa da ênfase cultural e histórica dos Estados Unidos na ingestão de carne, as características intestinais dos norte-americanos, em geral, permanecem piores que as dos japoneses. No entanto, o estômago de muitos japoneses é, na verdade, bem pior do que o dos norte-americanos. Em exames do estômago de norte-americanos e japoneses, constatei que o povo japonês tem uma probabilidade vinte vezes maior de contrair gastrite atrófica, doença em que a mucosa gástrica torna-se fina. Além disso, como a gastrite, atrófica aumenta a chance de câncer gástrico, o índice dessa doença é dez vezes mais elevado no Japão do que nos Estados Unidos.
   Tanto nos Estados Unidos como no Japão, a obesidade é um grande problema atualmente. Entretanto, não há tantos japoneses obesos como sua contraparte de norte-americanos. O fato é que os japoneses não conseguem ficar obesos como os norte-americanos. Pode-se observar isso nos lutadores de sumô, que precisam ganhar peso. Não há nenhum lutador de sumô japonês com um corpo como o de Konishiki (um lutador havaiano que pesava mais de 272 kg e que chegou à posição de ozeki, segundo posto mais importante do sumô japonês).
   Os japoneses não conseguem ficar obesos como os norte-americanos, pois, antes de atingirem esse ponto, eles têm problemas gástricos que os impedem de comer mais. Em outras palavras, os norte-americanos conseguem engordar mais do que os japoneses porque têm um sistema digestório mais resistente.

   Ao examinar estômagos com o endoscópio, encontrei diferenças consideráveis entre japoneses e norte-americanos em relação aos sintomas. Quando examino japoneses, mesmo que seus problemas não sejam tão graves, eles reclamam de dores de estômago e de grande desconforto e azia. O interessante é que os norte-americanos, ainda que tenham a mucosa do estômago ou do esôfago bastante inflamada, raramente se queixam de azia e de outros problemas como os japoneses.
   Um dos motivos dessa diferença é a quantidade de vitamina A encontrada na alimentação norte-americana. A vitamina A protege não só a mucosa gástrica como também todas as outras mucosas, como as dos olhos e da traquéia. O óleo de cozinha tem alto teor de vitamina A. Seria possível argumentar que a alimentação no Japão está mais ocidentalizada, mas os norte-americanos consomem muito mais óleo, manteiga e ovos do que os japoneses. Se pensarmos na saúde do corpo como um todo, esses alimentos não nos fazem bem. Mas se levarmos em conta somente a proteção das mucosas, eles têm alguns efeitos positivos.
   Outra possível explicação para o fato de o sistema gastrintestinal dos norte-americanos ser mais forte é o número de enzimas digestivas de seu organismo. As enzimas digestivas decompõem o alimento e ajudam o corpo a absorver os nutrientes. O número dessas enzimas determina a digestão e a absorção do alimento. A digestão e a absorção avançam passo a passo à medida que as várias enzimas são liberadas em cada estágio da digestão. O primeiro desses estágios é a saliva, os outros são o estômago, o duodeno, o pâncreas e o intestino delgado. Nessas circunstâncias, se cada órgão secretar enzimas digestivas em quantidade suficiente, a digestão e a absorção serão um processo fácil. No entanto, a excreção insuficiente causará indigestão, além de sobrecarregar muito os outros órgãos.

   A razão para a tendência de muitos japoneses terem sintomas, como dor ou desconforto gástrico, ainda que seu estômago não esteja em condições tão ruins, é que eles originalmente tem um número menor de enzimas digestivas do que os norte-americanos.
   Além disso, os japoneses tendem a tomar medicamentos para o estômago assim que os sintomas pioram, enquanto muitos norte-americanos, não. O que os norte-americanos tomam de fato são suplementos enzimáticos. Mas, no Japão, esses suplementos só são vendidos com receita médica e prescritos apenas quando o médico julga necessignificativa em seu estômago.

 sários. Nos Estados Unidos, os suplementos de enzimas digestivas são extremamente populares e podem ser comprados facilmente em lojas de produtos naturais e nos supermercados.

   O fato é que tomar medicamentos para inibir a secreção de ácido gástrico acelera ainda mais a deterioração do revestimento do estômago. Antiácidos e medicamentos para o estômago extremamente populares, como a combinação de bloqueadores dos receptores H2 e inibidores da bomba de prótons, são anunciados como altamente eficazes na supressão da secreção de ácido gástrico. Entretanto, se esse ácido for reduzido com medicamentos, a mucosa gástrica atrofiará e a conseqüência será a que já mencionei anteriormente, ou seja, a atrofia da mucosa gástrica aumentará e poderá levar ao desenvolvimento de câncer de estômago.
   Se você tem dor ou desconforto estomacal, deve consultar um médico e relatar exatamente suas condições físicas, para que ele possa prescrever os suplementos de enzima adequados aos seus sintomas. Ou então compra-los em uma loja de produtos naturais, lendo cuidadosamente os rótulos. A ingestão de suplementos de enzima digestiva produzirá uma melhora 



Fonte: págs 31 a 33, do livro "A Dieta do Futuro", Dr. Hiromi Shinya, São Paulo, Editora Cultrix, 2010.




DIFERENÇA ENTRE OS INTESTINOS
DOS NORTE-AMERICANOS E OS DOS JAPONESES

DR. HIROMI SHINYA
Chefe da unidade de endoscopia do Beth Israel Medical Center
Professor de cirurgia no Albert Einstein College of Medicine


Quando cheguei a Nova York em 1963 vim como médico residente de cirurgia. Naquela época, o método típico de examinar cólons era por enema de bário, procedimento em que se injetava bário no cólon para depois examiná-lo com raio X. Embora esse método pudesse revelara a existência de um pólipo grande, não revelava pequenos detalhes nem a situação interna do cólon. Além disso, para remover o pólipo detectado, usava-se a laparotomia – grande incisão no abdome. Esse procedimento acarretava uma grande sobrecarga mental e física para o paciente. Ademais, com esse método, não era possível dizer se o pólipo era benigno ou canceroso até que o cirurgião observasse o cólon durante a cirurgia.
   Naquela época havia um endoscópio chamado proctoscópio, que era um tubo metálico reto semelhante a um cano, porém, por mais que os médicos tentassem, não conseguiam enxergar mais de 20 centímetros de distância do ânus.
   Assim, em 1967, comprei um esofagoscópio (usado para examinar o esôfago) que era fabricado no Japão e descobri uma maneira de usar aquele dispositivo de fibra de vidro para examinar o cólon. Foi meu primeiro colonoscópio.
   Depois disso, quando foi desenvolvido um dispositivo longo (185 cm) especificamente para exame de cólon, comprei-o para examinar meus pacientes. Quando olhei o cólon de um norte-americano pela primeira vez, surpreendi-me com suas más condições.

   Com uma alimentação baseada em carne vermelha, o cólon dos norte-americanos era claramente mais rígido e curto do que o dos japoneses. Além do estreitamento do lúmen, protuberâncias semelhantes a anéis tinham se formado em determinadas áreas como se estivessem amarradas com elástico. Havia também muitos divertículos e freqüentes acúmulos de fezes.
   Essa deterioração das condições intestinais não resulta somente em doenças como câncer de cólon, pólipos colônicos e divertículos. Muitas pessoas com problemas no intestino, na verdade, contraem doenças relacionadas com o estilo de vida, como fibromas, hipertensão (pressão alta), arteriosclerose (endurecimento das artérias), cardiopatias, obesidade, câncer de mama, câncer de próstata e diabetes. Quando os intestinos não funcionam bem o corpo vai enfraquecendo de dentro para fora.
   Muitos norte-americanos têm problemas de cólon e, naquela época, dizia-se que uma em cada dez pessoas tinha pólipos. De fato, no departamento de cirurgia em que eu era residente, a remoção de pólipos constituía cerca de um terço das cirurgias. A situação era tal que todos os dias realizavam-se laparotomias somente para retirar minúsculos pólipos de um a dois centímetros. Isso me levou a questionar se não haveria uma maneira de remover pólipos sem impor tamanha carga aos pacientes.
   Nesse meio-tempo, naquela época entrava em uso no Japão um “fibroscópio com gastrocâmera” feito de fibra de vidro e com lentes acopladas à sua extremidade. Então, em junho de 1968, fiz meu importante pedido ao fabricante japonês. Pedi-lhe que desenvolvesse um fio que pudesse ser inserido em um colonoscópio para ser usado na cauterização de pólipos sem a necessidade de abrir o abdome. Em 1969, depois de muitas reuniões no escritório da empresa em Nova York e de muitos testes, tornei-me a primeira pessoa no mundo a realizar uma polipectomia – isto é: a remoção de um pólipo usando um fio em alça através de um colonoscópio sem precisar abrir o abdome.

   Posteriormente, essa inovação tecnológica foi aplicada à excisão de pólipos de estômago, esôfago e intestino delgado. Depois que meus casos de polipectomia colonoscópicas foram relatados no Congresso da Sociedade de Cirurgia de Nova York, em 1970m e na Conferência Norte-Americana de Endoscopia Gastrintestinal, em 1971, abriu-se um novo campo, o da endoscopia.
   Mais de trinta anos se passaram desde então. Durante esse tempo, como continuo a trabalhar nos Estados Unidos e no Japão, tenho observado alterações nas características gastrintestinais das pessoas de ambos os países.
   No início da década de 1960, quando se aproximava o período de crescimento rápido do Japão, o país aprendeu a se equiparar aos Estados Unidos, e até em superá-los em muitas coisas.
   A partir de 1961, quando o leite foi introduzido nas merendas escolares do Japão, as pessoas passaram a consumir laticínios, como queijo e iogurte, diariamente. Ao mesmo tempo, verduras, legumes e peixes, que eram a base das refeições japonesas, começaram a ser substituídos por proteínas animais, gradualmente transformando a alimentação japonesa em uma alimentação com alto teor de gordura e proteína animal à base de hambúrguer, carne bovina e frango frito. Essa tendência continua até hoje.
   Em contraposição, depois da publicação do Relatório McGovern em 1977, muitos norte-americanos começaram a melhorar sua alimentação. Essas diferenças são visíveis nas características intestinais de norte-americanos e japoneses.

   Em franca deterioração por causa dos hábitos alimentares, os intestinos dos japoneses, antes limpos, agora se parecem muito com os intestinos dos norte-americanos, cuja alimentação è à base de carne. Por outro lado, as características intestinais de muitos norte-americanos, que realmente se preocuparam com a sua saúde e corrigiram a sua alimentação com alto teor de gordura e proteína, melhoraram sobremaneira. Assim, desde 1990, a taxa de pólipo e câncer de cólon está caindo – clara evidência de que é possível promover a saúde intestinal melhorando os hábitos alimentares.



Fonte: págs 29 a 31, do livro "A Dieta do Futuro", Dr. Hiromi Shinya, São Paulo, Editora Cultrix, 2010.



A ALEGRIA EQUILIBRA A PRESSÃO


A ALEGRIA EQUILIBRA A PRESSÃO

Estar feliz e encarar as dificuldades diárias de maneira positiva diminui o estresse e ajuda a afastar a hipertensão

Por Anna Melo,

ASSIM COMO BUSCAR A FELICIDADE, A PRÁTICA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS MODERADOS, COMO CORRIDA, TAMBÉM ESTIMULA O ORGANISMO A CONTROLAR A PRESSÃO ARTERIAL E A FREQÜÊNCIA CARDÍACA

Quando o assunto é hipertensão (doença que não provoca sintomas e é caracterizada pelo aumento da pressão arterial), a maioria dos casos é associada a herança genética, má alimentação (abuso de sal e gordura), consumo excessivo de álcool, fumo e peso extra.

Mas há outros fatores ligados ao estilo de vida que podem alterar o fluxo do sangue nas veias e o ritmo cardíaco. Alguns especialistas admitem, por exemplo, que uma dose generosa de alegria é capaz de melhorar a circulação sangüínea, fazer as energias fluírem, proporcionar bem-estar e contribuir com uma pressão normal.
"Sem dúvida alguma, a felicidade é um estado de espírito que permite que o indivíduo esteja mais alerta de si mesmo, não se apegue a hábitos prejudiciais, não tenha medo das mudanças e tenha a vitalidade à flor da pele", afirma Maria Angela Soci, presidente da Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan (SBTCC).

A relação entre emoção e pressão arterial foi notada recentemente até pelos economistas Andrew Oswald, da Universidade de Warwick, na Grã- Bretanha, e David Blanchflower, do Dartmouth College, nos Estados Unidos. Após avaliarem 15 mil pessoas de 16 países europeus, os pesquisadores observaram que nas nações onde os cidadãos se diziam mais felizes (nesta ordem, Suécia, Dinamarca, Grã-Bretanha, Holanda e Irlanda) os índices de hipertensão eram mais baixos.

De bem com a vida

Para os médicos, pessoas bem-humoradas e felizes têm menos chances de adoecer. "Elas vivem mais e mesmo quando estão doentes se recuperam mais rápido", afirma o médico Bráulio Luna Filho, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). A nutricionista Priscila Rosa Belpiede, do Movere Núcleo de Atividades Esportivas (organização não-governamental dedicada à prevenção da obesidade em crianças e adolescentes carentes), também concorda: "quem está de bem com a vida tem menos chances de desenvolver qualquer tipo de distúrbio e doença, não só a hipertensão, como gastrite, hipercolesterolemia (excesso de colesterol) e até câncer".

O cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração (HCor), de São Paulo, acredita que as pessoas otimistas são menos estressadas e agem de maneira equilibrada frente às pressões profissionais, desilusões e perdas. "A pressão alta está relacionada a uma série de fatores hormonais, que são alterados quando há variações de ordem emocional", ressalta Paulo Olzon Monteiro da Silva, chefe da Disciplina de Clínica Médica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A tensão diária libera, por exemplo, catecolaminas em excesso na corrente sangüínea. Estes hormônios provocam o fechamento de algumas artérias, favorecendo a hipertensão. O estresse também pode elevar a pressão arterial em pacientes saudáveis e dificultar o controle em pacientes já medicados. Por isso, Paulo Olzon acredita que o controle da pressão arterial, portanto, não está definitivamente nos remédios, mas dentro das próprias pessoas.

"Sem dúvida, o estilo de vida acende a carga genética passada aos filhos de hipertensos, por isso é importante que se busque hábitos mais saudáveis", recomenda o cardiologista Antonio Carlos Ruffolo, especialista em Cardiologia pela Faculdade de Medicina da USP (Incor).

Mas os especialistas estão recomendando métodos de tratamento complementares às tradicionais dicas e orientações médicas de prevenção e controle da hipertensão. Confira, a seguir, alguns deles:

Controlando as emoções

Quando os problemas emocionais estiverem influenciando a pressão arterial, busque o auxílio de um psicólogo. "A terapia cognitivo-comportamental, em especial, ajuda a lidar com o estresse e situações difíceis do dia-a-dia que podem fazer a pressão subir", garante a psicóloga clínica Daniela Levy, de São Paulo.

Com a terapia, a pessoa se torna mais direta e objetiva, aprende a respeitar os próprios limites, a dedicarse a si mesmo e, portanto, a valorizar momentos de lazer. "Ela ficará menos exigente com ela mesma, mais assertiva e aprenderá a não viver de acordo com a expectativa dos outros - que são traços muito comuns nos hipertensos", completa a psicóloga Silvia Cury Ismael, do HCor.


10 PASSOS PARA COMBATER A HIPERTENSÃO, SEM REMÉDIOS

1  Aprenda a lidar com questões emocionais, como a ansiedade e o estresse.

2  Reflita sobre seu modo de vida e procure avaliar seus hábitos de alimentação, horas de trabalho, de sono, lazer e principalmente encontre atividades que lhe ofereçam prazer, dentro do trabalho e com a família.

3  Aprenda a "respirar fundo" sempre que se sentir pressionado ou tenso. Quando estiver a ponto de explodir, pare por alguns instantes e respire. O fisiologista Gilson Tanaka, do HCor, ensina: inspire e expire de forma lenta, profunda, expandindo e esvaziando completamente os pulmões, utilizando, para isso, o abdômen e o diafragma (principal músculo envolvido no ato de respirar e que separa o tórax da cavidade abdominal).

4  Na hora do aperto, quando a pressão subir mesmo, sente-se calmamente e faça massagens nos pés, para que a energia e a circulação desçam para esta região, diminuindo a pressão no coração.

5  Opte por atividades físicas que lhe dêem alegria e prazer. Diga adeus à preguiça e ao mau humor.

6  Diga adeus à preguiça e ao mau humor.

7  Se alguém o estiver pressionando além da conta, seja claro! Diga para que se acalme. Esta atitude também vai ajudar a outra pessoa, se for predisposta à pressão alta, a não se tornar um hipertenso.

8  Seja menos exigente consigo mesmo e não tente mudar o comportamento só para agradar os outros.

9  Questione suas prioridades na vida e faça escolhas que protejam sua saúde física e mental.

10  Tenha hábitos de vida saudáveis, controle o peso e não fume.

Além da dieta sem sal

O cardiologista Antonio Carlos Ru f - folo, do Incor, recomenda que, além de reduzir a quantidade de sal e gordura no cardápio, o hipertenso ou com predisposição ao problema invista em uma alimentação saudável (que inclua ingredientes como alho, cebola, aipo, peixes) e procure emagrecer, se necessário. "A cada cinco quilos a mais, a pressão pode subir um ponto", completa o médico Bráulio Luna Filho do SBC.


[Nota: não utilize sal refinado (contém somente cloreto de sódio).  O melhor é consumir sal marinho iodado (ou sal grosso), o qual contém todas os minerais necessários à boa saúde.]


Esta orientação sobre a ingestão de alho, particularmente, é comprovada por estudos científicos.

"O alho é rico em compostos sulfurados capazes de diminuir o estresse e, conseqüentemente, a pressão arterial", revela a especialista em nutrição funcional Ana Beatriz Baptistella Leme da Fonseca, da VP Consultoria Nutricional. Mas anote a dica: o importante é que se acrescente o alho somente no final das preparações, já que o aquecimento excessivo reduz seus efeitos benéficos.

Exercícios específicos

O fisiologista Gilson Tanaka Shinzato, responsável pela avaliação fisiátrica no Clinic Check-up e pelo Programa de Reabilitação Cardíaca, Pulmonar e Metabólica do Hospital do Coração (HCor), indica técnicas de alongamento associadas a exercícios respiratórios, para diminuir a fre qüê n cia cardíaca e a pressão arterial. "Antes de praticar qualquer exercício, porém, é importante fazer uma avaliação médica, que inclua teste de esforço e ecocardiograma", orienta. Ele também recomenda esportes de menor impacto, como natação, ciclismo e corrida, durante 20 a 60 minutos e de três a cinco vezes por semana. Maria Angela Soci, presidente da Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan (SBTCC), indica ainda caminhadas e técnicas orientais como o Chi Kung e o Tai Chi Chuan. Estas atividades ensinam a controlar melhor as emoções, a ter equilíbrio energético e a ganhar consciência corporal.

Mas anote as atividades proibidas aos hipertensos: exercícios de grande impacto, como musculação com cargas máximas, algumas lutas, bem como provas de velocidade e de potência muscular máxima.



Fonte:




quarta-feira, 21 de setembro de 2011


A ÁGUA PARTICIPA DE TODO O METABOLISMO HUMANO

Revista Super Saudável
N. 19 – maio/junho 2004

Por Rosângela Rosendo,


Em janeiro deste ano a classe científica esteve em festa, pois a sonda orbital européia Mars Express encontrou água congelada em Marte, o que pode ser sinal de que existiu ou pode existir vida no planeta vermelho, além de abrir margem para futuras expedições tripuladas ao solo marciano.

Independentemente das hipóteses, o fato de ter água além da Terra reforça a afirmação de que este líquido inodoro, incolor e insípido, formado por duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio (H2O), é vital para a sobrevivência do ser humano. O fluido constitui cerca de 70% do peso corpóreo do adulto, 80% das crianças e até 90% de recém-nascidos, neste caso em especial devido ao metabolismo acelerado.

Entre tantas funções a água ajuda a manter as estruturas celulares dos tecidos, transportar as substâncias reguladoras dos processos vitais do organismo e dissolver nutrientes. Além disso, o líquido direciona esses nutrientes dos pontos de absorção às células e os restos aos órgãos de excreção. Associada a outros fatores, como hábito alimentar saudável e ingestão de fibras, a água ainda ajuda em grande parte para a formação das fezes, facilitando o bom funcionamento intestinal. Tudo isso justifica a razão pela qual médicos e nutricionistas insistem em recomendar a ingestão constante do líquido, a fim de manter o corpo hidratado e, desta forma, evitar o desequilíbrio hídrico e complicações mais sérias como a desidratação.

A nutricionista Ana Maria Cervato Mancuso, professora doutora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP), explica que a água está distribuída no organismo entre os compartimentos intra e extracelulares, que abrigam os líquidos intra e extracelulares ( LIC e LEC) respectivamente. Do total hídrico corpóreo, 50% se concentra no LIC, que provê o meio pelo qual as reações bioquímicas acontecem e permite a organização metabólica. Os 20% restantes se encontram no LEC, que se distribui como líquido intravascular (LIV) no interior dos vasos; líquido intersticial (LIT) no espaço intersticial; e constitui os líquidos transcelulares (LTC), como o líquor, líquido sinovial, humor aquoso e vítreo, saliva, suco pancreático, bile e urina, entre outros. Como tarefa, a água no LEC une as células a elas mesmas, a seus sistemas orgânicos e a seu ambiente exterior. “A água também age como lubrificante para o funcionamento normal de partes em que o organismo é móvel, para a manutenção do equilíbrio ácido-basico e é essencial para a regulação da temperatura corpórea”, acrescenta. A partir destes processos, as necessidades hídricas de um indivíduo em condições normais dependem de vários fatores, principalmente do clima e da atividade física que exerce, o que determina mais ou menos perdas.

“Mas o controle hídrico do organismo é bem agitado e é feito por vários mecanismos que ajudam a detectar a carência do líquido”, ressalta o clínico-geral do Departamento de Clínica Médica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP), Arnaldo Lichtenstein. Quando o nível de água nas células diminui, o corpo se defende fazendo com que os rins reabsorvam mais água. Além disso, os receptores cerebrais localizados no hipotálamo controlam, regulam e ordenam, por meio de impulsos nervosos, a sensação de sede.

“Para produzir energia para se manter vivo e respirar, o ser humano necessita de pelo menos meio litro de água. Se começar a fazer qualquer atividade passa a apresentar perdas não mensuráveis e precisa se hidratar ainda mais”, explica o médico, Turíbio Leite de Barros Neto, fisiologista e professor adjunto do Departamento de Medicina Esportiva da Universidade Federal de São Paulo-Escola Paulista de Medicina (Unifesp-EPM), acrescenta que uma pessoa sedentária, que permanece em ambiente fechado com ar-condicionado, pode necessitar de dois a quatro litros de água por dia em média, sem maiores conseqüências. Mas, ao se expor demais ao calor, a média pode aumentar. “Por isso, quando a sede deixa de ser saciada o corpo desidrata”, explica. Segundo o especialista, ao praticar exercícios físicos o organismo fica em débito com a necessidade de água e gera maior risco de desidratação. “O que as pessoas não sabem é que, ao praticar exercícios físicos, 99% do peso que perdem á água”, destaca.

Desidratação – Segundo a nutricionista Ana Maria Mencuso, a carência de água tem repercussão mais significativa sobre a capacidade do organismo de executar uma tarefa qualquer em relação à falta de alimento sólido. “O limite de privação de água é em torno de dois a três dias. A redução entre 4% a 5% da água corpórea reduz de 20% a 30% a capacidade de trabalho dos órgãos e sistemas”, alerta. Em qualquer idade, a produção de calor e a velocidade do metabolismo são os principais fatores que influenciam no controle hídrico do organismo. “Neste caso, as circunstâncias que aumentam estes processos são capazes de provocar desidratação, a menos que haja ingestão adequada e simultânea de líquidos”, acrescenta a nutricionista.

A desidratação é caracterizada como o desequilíbrio entre a ingestão e a perda de água pelo organismo, em geral associada à perda de sal e de eletrólitos, como o sódio e o potássio, e requer cuidados imediatos. As principais causas são a ingestão insuficiente de água ou a perda abundante do líquido em casos de vômitos contínuos, diarréias prolongadas, eliminação de grandes quantidades de urina e produção excessiva de suor. Crianças estão mais vulneráveis a este desequilíbrio hídrico, principalmente por terem menos cuidado de beber água ou por não saberem pedir. “Além disso, as crianças têm superfície corpórea maior com relação ao adulto e ficam com a pele mais exposta, portanto, consomem mais energia, transpiram mais e perdem mais líquido”, explica Turíbio Neto. Com os idosos acontece situação semelhante, principalmente devido ao processo de envelhecimento do organismo, que contribui para a perda maior de líquido.

O primeiro sinal de carência hídrica nas crianças e nos idosos é a alteração de humor. “A criança fica mais chorosa e o idioso costuma ficar desorientado e até começa a falar besteira. Se o idoso ficar o dia inteiro sob forte calor e não tomar água suficiente, certamente vai ficar prostrado ou agitado demais”, orienta Arnaldo Lichtenstein. Já o adulto sente fraqueza, queda das atividades normais e da pressão arterial e, às vezes, tontura. “Quando a pessoa não consegue repor a água do corpo porque está vomitando ou com diarréia, o ideal é procurar ajuda médica para reidratar o organismo”, acrescenta. O especialista reforça que, devido à carência líquida, algumas pessoas apresentam fluxo das coronárias reduzido. “Em situações limítrofes, a pressão pode cair devido à menor quantidade de líquidos circulantes e assim provocar uma angina, um derrame e até lisão nos rins”, explica o clínico.

Corpo hidratado, organismo saudável

Embora a água seja a primeira opção na hora da sede, outras fontes também são recomendadas pelos especialistas para repor líquido ao organismo, como sucos naturais, chás e sopas. Segundo Ana Maria Mancuso, muitos alimentos sólidos contêm boa quantidade de água na composição, especialmente as frutas e as hortaliças, que são compostas de 85% a 95% de água.

Os reidratantes orais também são muito eficazes nesta tarefa. O fisiologista Turíbio Neto explica que, ao transpirar muito, uma pessoa perde sais minerais pelo suor. “Para repor estas substâncias eletrolíticas, como sódio e potássio, as bebidas isotônicas são ótimas e podem ser ingeridas, principalmente por atletas ou pessoas que praticam algum tipo de atividade física constante”, orienta. Outra forma de hidratar o orgtanismo é a ingestão de soro caseiro. “Só é preciso ter cuidado na hora de preparar, porque se a dose de sal e açúcar for invertida ou não for exata o soro pode ficar concentrado e comprometer os rins em crianças pequenas”, alerta Arnaldo Lichtenstein.


Fonte: Revista Super Saudável – N.º 19 – páginas 8 a 10 –


"A vida é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio é preciso se manter em movimento". (ALBERT EINSTEIN, em carta ao filho Eduardo, em 5/2/1930)





Livros recomendados:::


“O Leite que ameaça as mulheres”, um documento explosivo: o consumo de derivados do leite teria uma influência preponderante sobre os cânceres de mama; Raphaël Nogier, Ícone Editora Ltda, São Paulo, 1999.

“As Alergias Ocultas nas Doenças da Mama”, Raphaël Nogier,  Organização Andrei Editora Ltda,1998.

 “Leite: Alimento ou Veneno?” do pesquisador e cientista Robert Cohen, Editora Ground, São Paulo, 2005.

 “Alimentação que evita o Câncer e outras doenças”,
 Dr. Sidney Federmann/ Dra. Miriam Federmann – Editora Minuano”

“Curas Naturais “Que” Eles Não Querem Que Você Saiba”, Kevin Trudeau, Editora Alliance Publishing Group. Inc., 576 páginas, Spain, 2007 (Edição em português publicada pela LTVM, S.A.) (pedidos pelo tel: 0xx-11-3527-1008 ou www.gigashopping.com.br/ )

“Técnicas de Controle do Estresse”, Dr. Vernon Coleman, Imago Editora, 116 páginas (O Livro Explica Como, Porque e Quando o Estresse Causa Problemas Alem de Mostrar Formas Eficientes de Controlar e Minimizá-lo em sua Empresa.)

“Fazendo as Pazes com Seu Peso”, Obesidade e Emagrecimento: entendendo um dos grandes problemas deste século, Dr. Wilson Rondó Jr., Editora Gaia, São Paulo, 3ª Edição, 2003.

“Homeopatia e Medicina” Um novo debate, Dr. François Choffat, 326 páginas, Edições Loyola, São Paulo, Brasil, 1996.

“A dieta do doutor Barcellos contra o Câncer” e todas as alergias, Sonia Hirsch - uma publicação Hirsch & Mauad, Rio de Janeiro, 2002,  www.correcotia.com

“A Menopausa e os Segredos dos Hormônios Femininos”, Dr. José Carlos Brasil Peixoto, médico homeopata. Pedidos: diretamente ao autor: swjcbp@portoweb.com.br

“Medicina Ortomolecular”, Um guia completo sobre os nutrientes e suas propriedades terapêuticas - Paulo Roberto de Carvalho, Edição Nova Era, Rio de Janeiro, 2002

“Tratado de Homeopatia” , 616 páginas, Pierre Cornillot (Organizador), (Dr. Gerson Vitor Mairensse, Dr.  Jorge Carlos Pereira Jotz ), tradução: Jeni Wolf, Artmed, 2005

"Atividade Física e Envelhecimento Saudável", Dr. Wilson Jacob Filho, professor da Faculdade de Medicina da USP e diretor do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas (SP), Editora Atheneu.

“O Fator Homocisteína”, A revolucionária descoberta que mostra como diminuir o risco da doença cardíaca, Dr. Kilmer McCully e Martha McCully, 231 páginas, Editora Objetiva, Rio de Janeiro, 2000.






A ÁGUA É UMA ALIADA DA PERDA DE PESO – OBESIDADE

Para manter a forma, é preciso ter uma alimentação balanceada, praticar exercícios e tomar muita água.


Você já deve ter ouvido falar que a água é essencial às dietas de emagrecimento. Milagres ela não faz, visto que é preciso comer corretamente e iniciar uma atividade física para alcançar uma boa forma. Mas não há dúvida de que ela pode ser o que falta para que seu regime dê certo. Você não sabe porque? Veja abaixo o que a ingestão de água faz por você:

1. Ajuda a combater a gordura

Água na dose certa leva a pessoa a comer menos e a normalizar o funcionamento dos intestinos porque:

·        Aumenta a saciedade. Ela é grande parceira da reprogramação alimentar, que prescreve muitos legumes, frutas e verduras para a manutenção da boa forma. É que as fibras presentes nos vegetais incham como esponja macia quando em contato com a água, o que garante sensação de estômago cheio com menos alimentos, .
·        Reduz a absorção de gorduras. Nos intestinos, as fibras solúveis (presentes na aveia, por exemplo) ligam-se às moléculas de gordura, diminuindo sua absorção – o que otimiza a perda de peso e ajuda a manter o colesterol sob controle.
·        Minimiza a prisão de ventre. Já as fibras insolúveis (encontradas no farelo de trigo, entre outros) passam varrendo os intestinos dos resíduos alimentares. Livre das toxinas, o corpo fica mais leve e funciona melhor.

2. Aumenta a auto-estima

A água previne a celulite e deixa a pele mais bonita.

·        Hidrata naturalmente a pele. A água mantém o maior órgão do corpo com aparência fresca e luminosa. É que ela é responsável pela hidratação das camadas profundas da pele. Ao contrário do que as pessoas imaginam, os hidratantes não repõem água, apenas criam uma barreia que não deixa a cútis desidratar,
·        A água previne a celulite. Por carregar para fora do corpo as toxinas, ela é indicada para prevenir e tratar essas ondulações.

3. Melhora o metabolismo como um todo

Imprescindível à vida, a água participa de inúmeras funções corporais:

·        Ajuda na formação de células e líquidos orgânicos. Ela está presente na manutenção e multiplicação celular, bem como na formação de secreções, como as lágrimas.
·        Auxilia no controle de temperatura. A água é vital para o mecanismo que regula a temperatura do corpo – lembre-se que você sua em bicas quando está muito quente.
·        Faz aquela faxina. A menos que se tenha alguma doença renal, doses generosas de água resultam em urina clarinha e praticamente inodora, que leva embora os detritos orgânicos.
·        Previne doenças. Tomar água evita a formação de cálculos renais, impedindo a cristalização de sais que passam pelos rins.

Acerte na dose

É essencial fornecer ao corpo um mínimo 1 litro de água limpa e potável por dia para substituir a que é perdida pelo organismo. Essa quantidade é complementada pela alimentação e pode ser maior no verão ou caso se pratique exercícios físicos. O correto é deixar uma garrafa cheia sobre a mesa e ir bebericando-a aos poucos ao longo do dia. Pode-se até beber água durante as refeições. É que a água umedece o bolo alimentar e facilita a digestão.


Fonte: Artigos, Salutia



MAS ATENÇÃO: A água precisa ser limpa, fresca e pura. Se for possível, evite as águas fluoretadas. Dê preferência às águas sem a adição de fluor (fluoretos). Pesquisas sérias mostram que o flúor é altamente tóxico para o nosso organismo. Vários países da Europa não adicionam o flúor na água, pois, comprovadamente, este mineral é muito tóxico e prejudicial ao nosso organismo.




Flúor na água [???????????]


Flúor na água     [???????????]

A fluoretação na água distribuída diminuiu drasticamente(???) a incidência de pessoas com dentes cariados, perdidos e obturados (CPO-D) entre os habitantes do Estado de São Paulo. Cabe explicar, que o flúor fortalece o esmalte dos dentes(???) e, ainda, permite a diminuição do número e do potencial de microorganismos bucais(???).

A adição de flúor na água distribuída em São Paulo teve início em outubro de 1985. Para se ter uma idéia da extensão do problema, 13 anos após o início deste trabalho, ou seja no período de agosto a dezembro de 1998, foi realizada uma investigação dentária que integrou 24 regiões de saúde de São Paulo, com atividades em 133 municípios, quando puderam ser examinadas 89 mil pessoas, sendo 6,5 mil crianças de cinco anos de idade, 9,3 mil escolares de 12 anos de idade, 5 mil adolescentes de 18 anos, 5,7 mil trabalhadores do grupo etário de 35 a 44 anos de idade da área de educação, além de 4,8 mil idosos entre 65 e 74 anos.

Os resultados demonstraram que as cáries sofreram uma queda de 48% (???) entre as crianças do Estado de São Paulo. A redução atingiu 69% (???)  das crianças de sete anos de idade e 48% na idade-índice de 12 anos (sendo que nessa faixa o CPO-D era de 7,1 em 1982), despencando para 3,7 em 1998. Segundo a classificação de prevalência de cárie dental da Organização Mundial da Saúde (OMS) para 12 anos de idade, a condição passou de "muito alta" em 1982 para "moderada" em 1998. Já em 2002, os registros apontaram para uma queda acentuada nos índices de CPO-D de adolescentes de 12 anos nos municípios atendidos pela Sabesp, caindo de 7,14 (em 1983) para 2,52 (???).

Apesar de ser um método oficial de prevenção de cáries no Brasil desde 1974, ainda hoje, há municípios paulistas que, ainda, não contam com a adição de flúor na água que é distribuída aos seus moradores. Contudo, diante dos benefícios que o flúor têm trazido; em 2005, o Governo do Estado assinou um projeto, chamado “Promoção e Qualidade de Vida – Fluoretação das Águas de Abastecimento Público”, com o objetivo de que todos os municípios tenham acesso à água tratada e fluoretada, com a expectativa de reduzir em até 65% a incidência de cáries e de obturações para a população de São Paulo.

De qualquer forma, somente a adição de flúor não basta para diminuir o número de incidência a cáries, obturações e dentes perdidos. É necessário, também, que cada um cuide de sua higiene bucal adequadamente, bem como a realização, a cada seis meses, pelo menos, de consultas a um dentista de sua confiança. Previna-se!

Ilidio Teixeira

Fonte:


VOCÊ É RESPONSÁVEL POR SUA SAÚDE. INFORME-SE!
SE VOCÊ ACHA QUE A NOTÍCIA ACIMA É CORRETA,  LEIA O TEXTO ABAIXO:

O flúor em uso tópico realmente protege o esmalte dos dentes?

Estudos sugerem que não!

Texto de: Ethan A. Huff
Tradução; José Carlos Brasil Peixoto

Um mantra popular na odontologia americana afirma que os tratamentos tópicos com flúor ajudam a proteger os dentes contra as cáries, formando um escudo protetor sobre o esmalte dos dentes. No entanto, um novo estudo publicado pela American Chemical Society (ACS) do jornal Langmuir concluiu que a "camada protetora", criado por flúor é realmente 100 vezes mais fina do que se acreditava anteriormente, o que pode torná-la praticamente inútil como uma intervenção para prevenir as cavidades (cáries).
 
Frank Muller, PhD, e seus colegas da Universidade de Saarland, na Alemanha descobriram que a camada de fluorapatita formada por flúor nos dentes é de apenas seis nanômetros de espessura. Para colocar isto em perspectiva, a largura de um cabelo humano médio é de aproximadamente 10.000 mais espessa. Dessa forma, as atividades ordinárias, como a mastigação de alimentos, dizem os cientistas, são suficientes para desintegrar esta camada fina de flúor em questão de segundos.
 
A descoberta, que pesquisadores referem que ainda precisa ser validado subsequentemente por estudos de follow-up, desafia décadas de uma convicta linha de pensamento sobre a suposta benéfica proteção  do flúor sobre os dentes. Ele também se soma ao crescente conjunto de evidências que mostram que o flúor é não apenas inútil como um protetor dos dentes como também um prejuízo para a saúde pública.
 
Vários recentes estudos têm desafiado a segurança do flúor, incluindo um estudo publicado na revista Environmental Health Perspectives, que concluiu que fluoretos tóxicos contribuem para diminuição da função cognitiva em crianças. Um estudo semelhante a da China descobriu que o flúor reduz os níveis do QI (quoeficiente de inteligência) em de crianças (conheça o artigo).
 
“Muitas áreas não fluoretadas, incluindo muitas nações européias, por exemplo, têm taxas semelhantes ou até mesmo menores de cavidades dentárias do que nas áreas fluoretadas.”

Ironicamente, nenhum estudo legítimo jamais constatou que a água fluoretada contribua efetivamente para a melhoria da saúde dentária geral. A idéia não é nada mais do que um mito médico moderno suportado por pseudociência. Muitas áreas não fluoretadas, incluindo muitas nações européias, por exemplo, têm taxas semelhantes ou até mesmo menores de cavidades dentárias do que nas áreas fluoretadas.
 
Para saber a verdade sobre o flúor e de onde realmente vem os produtos químicos adicionados às águas municipais (nos EUA), confira o novo vídeo Fluoride Deception* emNaturalNews.TV:(link do vídeo).
 
*NT: O vídeo do site natural news não é o mesmo do chocante documentário THE FLUORIDE DECEPTION, de Christopher Bryson, conta toda a história do flúor, na perspectiva de uma visão crítica, incluindo os segredos que obscurecem a proposta inicial da adição desse químico nas águas de abastecimento. Partes do documentário podem ser vista no youtube. Link do documentário original aqui.



Fontes para a história incluem: 

Artigo original para download:  pubs.acs.org

Tradução José Carlos Brasil Peixoto 07032011


Fonte:


Bem-vindo ao site UMA OUTRA VISÃO!
Dr. José Carlos Brasil Peixoto
Médico Homeopata

É um espaço reservado para aquelas pessoas que estão buscando informações diferenciadas sobre temas de saúde, alimentação, ecologia entre outros de relevante importância. São inúmeros artigos entre originais e textos traduzidos, que podem se caracterizar pelo tom inusitado.





segunda-feira, 19 de setembro de 2011


Ritalina®  (medicamento para Déficit de Atenção – DDAH) está vinculada a um aumento de 500 % para risco da Morte Súbita em Crianças


Por Mike Adams, Editor do NaturalNews
Trad.: José Carlos Brasil Peixoto

(NaturalNews) Quão perigosas são as drogas estimulantes anfetamínicas prescritas para crianças com o tão chamada déficit  de atenção e hiperatividade? De acordo com pesquisa científica subsidiada pelo FDA e pelo Instituto Nacional de Saúde Mental, substâncias como a Ritalina® aumentam o risco de morte súbita em quinhentos por cento entre crianças e adolescentes.

Nestes casos de morte súbita, a criança repentinamente desacorda e vem a morrer, e somente será descoberta mais tarde pelos pais ou irmãos. É isso que aconteceu com Matthew Hohmann em 2004 (Conheça esse assunto), E de acordo com esta nova pesquisa, isso se mantém ocorrendo para cada vez mais crianças em uma taxa que é 500 por cento mais elevada do que seria considerada típico para crianças com uma idade e condição de saúde semelhante.

ADHD droga como a Ritalina® são, obviamente, estimulantes anfetamínicos. Eles costumavam ser vendidos na rua como "entorpecentes" mas agora eles são prescritos por psiquiatras para crianças depois do subjetivo diagnóstico de uma doença fictícia: DDHA - uma "desordem" que não tem nenhuma evidência biológica mensurável.

De forma curiosa, o FDA proibiu ephedra, um estimulante herbário, depois que um punhado de consumidores morreu por consumir quantias enormes da erva por um esforço desesperado para perder peso. Naquele caso, ao proibir a erva, o FDA anunciou "os riscos excedem as vantagens dos benefícios," declarando que "ephedra não seria seguro em qualquer dose."

Em grande contraste a isso, mesmo quando crianças literalmente estão caindo mortas depois de tomar medicamentos para DDHA, o FDA está agora insistindo "os benefícios superam os riscos."

Sobre mas que benefícios, exatamente, eles estão falando? Não existe nenhum estudo científico confiável que demonstre que as drogas para DDAH como a Ritalina® tenham qualquer efeito positivo a longo prazo para crianças. De fato, os estudos disponíveis mostram que as drogas anti DDAH retardam o crescimento físico de crianças ao mesmo tempo que prejudicam o desenvolvimento do cérebro. As crianças que tomam estas drogas, em outras palavras, não estão meramente com uns 500 por cento de aumento do risco de morte súbita; eles são praticamente assegurados que serão retardados em seu desenvolvimento físico e cerebral, por essa perigosa droga estimulante anfetamínica.

Os únicos benefícios reais para esses medicamentos anti DDAH, no final de contas, são os benefícios financeiros para as companhias farmacêuticas. Com as centenas de milhões de doses dessas drogas sendo vendidas ao redor do mundo, a cada ano, a Big Pharma (conjuntos das grandes empresas farmacêuticas) estão se banhando em dinheiro com seus lucros enquanto crianças estão jazendo mortas em suas próprias casas. Então enquanto o FDA afirma que "os benefícios valem a pena sobre os riscos”, o que eles querem dizer é que os benefícios financeiros para as companhias farmacêuticas são mais valiosos que os riscos para as vidas das crianças.

Produtos farmacêuticos posam como perigo iminente para nossas crianças

Quando pais levam suas crianças para psiquiatras e são informados para colocá-los sob o uso  de produtos como a Ritalina®, a maioria dos pais acredita no que os médicoss dizem. Eles acreditam que o FDA não aprovaria uma droga tão perigosa, que poderia matar seu filho sem aviso prévio. E eles acreditam que as companhias farmacêuticas nunca venderiam produtos que prejudicassem pessoas.

Mas tais convicções são tolas. Na realidade, o FDA, as companhias de medicamentos e os psiquiatras estão todos trabalhando em conluio, conscientemente empurrando drogas perigosas, mortais sobre famílias com o propósito exclusivo de lucros geradores. Enquanto crianças sofrem e morrem, eles tirar bom proveito da ilusão da DDAH, primeiro promovendo uma doença fictícia e então mais tarde pelos altos lucros de um charlatanismo farmacêutico.

E ainda, incrivelmente, a mídia popular não diz nada. Os senadores e congressistas permanecem mudos. Psiquiatras corruptos, desonestos, mantêm-se empurrando as pílulas goela a baixo e farmacêuticos continuam enchendo os frascos, enquanto crianças morrem, dia após dia, pelo uso dos medicamentos que teriam sido indicados como uma forma de ajudá-las.

A medicalização em massa de nossos próprios filhos é o maior crime não elucidado de nosso tempo. É o holocausto químico dos dias atuais sendo perpetrado pelo nosso próprio sistema de saúde!

Hoje, a indústria farmacêutica opera como uma associação organizada de drogas, inventando doenças fictícias, para então capitalizar com os "tratamentos" para tais doenças embora os tratamentos em última instância prejudicam muito mais pessoas do que elas concebivelmente ajudariam. Para impulso adicional a seus lucros, as companhias de medicamentos oferecem testes gratuitos (free "screening") - baseados em uns questionários totalmente não científicos, suficientemente equipados para rotular virtualmente todo mundo como DDAH (adultos incluídos).

O cenário geral do Distúrbio de Déficit de Atenção e Hiperatividade (DDA/DDAH) é um circo de “junk” ciência (ciência podre), corporações lucrativas e traição do FDA. Se isso não fosse tão trágico e mortal, seria absolutamente cômico. Mas ao final, infelizmente, o envenenamento químico em massa de nossas crianças continua hoje, e aqueles que lucram continuam a chamar isto de "tratamento."

Ajude a pôr fim ao abuso químico de crianças

Uma organização está lutando mais do que qualquer outra para parar com os operadores criminosos da psiquiatria moderna: CCHR (a Comissão de Cidadãos em Direitos Humanos).

Sobre o tema vale a pena assistir o impactante documentário: THE DRUGGING OF OUR CHILDREN, de Gary Null.

Fonte desse artigo: clique no link dessa notícia do Washington Post:

Link desse artigo original em inglês – versão imprimível: Clique aqui


Fonte:


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Dr. José Carlos Brasil Peixoto
Médico Homeopata

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