Flúor na água [???????????]
A fluoretação na água distribuída diminuiu drasticamente(???) a incidência de pessoas com dentes cariados, perdidos e obturados (CPO-D) entre os habitantes do Estado de São Paulo. Cabe explicar, que o flúor fortalece o esmalte dos dentes(???) e, ainda, permite a diminuição do número e do potencial de microorganismos bucais(???).
A adição de flúor na água distribuídaem São Paulo teve início em outubro de 1985. Para se ter uma idéia da extensão do problema, 13 anos após o início deste trabalho, ou seja no período de agosto a dezembro de 1998, foi realizada uma investigação dentária que integrou 24 regiões de saúde de São Paulo, com atividades em 133 municípios, quando puderam ser examinadas 89 mil pessoas, sendo 6,5 mil crianças de cinco anos de idade, 9,3 mil escolares de 12 anos de idade, 5 mil adolescentes de 18 anos, 5,7 mil trabalhadores do grupo etário de 35 a 44 anos de idade da área de educação, além de 4,8 mil idosos entre 65 e 74 anos.
Os resultados demonstraram que as cáries sofreram uma queda de 48% (???) entre as crianças do Estado de São Paulo. A redução atingiu 69% (???) das crianças de sete anos de idade e 48% na idade-índice de 12 anos (sendo que nessa faixa o CPO-D era de 7,1 em 1982), despencando para 3,7 em 1998. Segundo a classificação de prevalência de cárie dental da Organização Mundial da Saúde (OMS) para 12 anos de idade, a condição passou de "muito alta" em 1982 para "moderada" em 1998. Já em 2002, os registros apontaram para uma queda acentuada nos índices de CPO-D de adolescentes de 12 anos nos municípios atendidos pela Sabesp, caindo de 7,14 (em 1983) para 2,52 (???).
Apesar de ser um método oficial de prevenção de cáries no Brasil desde 1974, ainda hoje, há municípios paulistas que, ainda, não contam com a adição de flúor na água que é distribuída aos seus moradores. Contudo, diante dos benefícios que o flúor têm trazido; em 2005, o Governo do Estado assinou um projeto, chamado “Promoção e Qualidade de Vida – Fluoretação das Águas de Abastecimento Público”, com o objetivo de que todos os municípios tenham acesso à água tratada e fluoretada, com a expectativa de reduzir em até 65% a incidência de cáries e de obturações para a população de São Paulo.
De qualquer forma, somente a adição de flúor não basta para diminuir o número de incidência a cáries, obturações e dentes perdidos. É necessário, também, que cada um cuide de sua higiene bucal adequadamente, bem como a realização, a cada seis meses, pelo menos, de consultas a um dentista de sua confiança. Previna-se!
Ilidio Teixeira
A adição de flúor na água distribuída
Os resultados demonstraram que as cáries sofreram uma queda de 48% (???) entre as crianças do Estado de São Paulo. A redução atingiu 69% (???) das crianças de sete anos de idade e 48% na idade-índice de 12 anos (sendo que nessa faixa o CPO-D era de 7,1 em 1982), despencando para 3,7 em 1998. Segundo a classificação de prevalência de cárie dental da Organização Mundial da Saúde (OMS) para 12 anos de idade, a condição passou de "muito alta" em 1982 para "moderada" em 1998. Já em 2002, os registros apontaram para uma queda acentuada nos índices de CPO-D de adolescentes de 12 anos nos municípios atendidos pela Sabesp, caindo de 7,14 (em 1983) para 2,52 (???).
Apesar de ser um método oficial de prevenção de cáries no Brasil desde 1974, ainda hoje, há municípios paulistas que, ainda, não contam com a adição de flúor na água que é distribuída aos seus moradores. Contudo, diante dos benefícios que o flúor têm trazido; em 2005, o Governo do Estado assinou um projeto, chamado “Promoção e Qualidade de Vida – Fluoretação das Águas de Abastecimento Público”, com o objetivo de que todos os municípios tenham acesso à água tratada e fluoretada, com a expectativa de reduzir em até 65% a incidência de cáries e de obturações para a população de São Paulo.
De qualquer forma, somente a adição de flúor não basta para diminuir o número de incidência a cáries, obturações e dentes perdidos. É necessário, também, que cada um cuide de sua higiene bucal adequadamente, bem como a realização, a cada seis meses, pelo menos, de consultas a um dentista de sua confiança. Previna-se!
Ilidio Teixeira
Fonte:
VOCÊ É RESPONSÁVEL POR SUA SAÚDE. INFORME-SE!
SE VOCÊ ACHA QUE A NOTÍCIA ACIMA É CORRETA, LEIA O TEXTO ABAIXO:
O flúor em uso tópico realmente protege o esmalte dos dentes?
Estudos sugerem que não!
Texto de: Ethan A. Huff
Tradução; José Carlos Brasil Peixoto
Um mantra popular na odontologia americana afirma que os tratamentos tópicos com flúor ajudam a proteger os dentes contra as cáries, formando um escudo protetor sobre o esmalte dos dentes. No entanto, um novo estudo publicado pela American Chemical Society (ACS) do jornal Langmuir concluiu que a "camada protetora", criado por flúor é realmente 100 vezes mais fina do que se acreditava anteriormente, o que pode torná-la praticamente inútil como uma intervenção para prevenir as cavidades (cáries).
Frank Muller, PhD, e seus colegas da Universidade de Saarland, na Alemanha descobriram que a camada de fluorapatita formada por flúor nos dentes é de apenas seis nanômetros de espessura. Para colocar isto em perspectiva, a largura de um cabelo humano médio é de aproximadamente 10.000 mais espessa. Dessa forma, as atividades ordinárias, como a mastigação de alimentos, dizem os cientistas, são suficientes para desintegrar esta camada fina de flúor em questão de segundos.
A descoberta, que pesquisadores referem que ainda precisa ser validado subsequentemente por estudos de follow-up, desafia décadas de uma convicta linha de pensamento sobre a suposta benéfica proteção do flúor sobre os dentes. Ele também se soma ao crescente conjunto de evidências que mostram que o flúor é não apenas inútil como um protetor dos dentes como também um prejuízo para a saúde pública.
Vários recentes estudos têm desafiado a segurança do flúor, incluindo um estudo publicado na revista Environmental Health Perspectives, que concluiu que fluoretos tóxicos contribuem para diminuição da função cognitiva em crianças. Um estudo semelhante a da China descobriu que o flúor reduz os níveis do QI (quoeficiente de inteligência) em de crianças (conheça o artigo).
“Muitas áreas não fluoretadas, incluindo muitas nações européias, por exemplo, têm taxas semelhantes ou até mesmo menores de cavidades dentárias do que nas áreas fluoretadas.”
Ironicamente, nenhum estudo legítimo jamais constatou que a água fluoretada contribua efetivamente para a melhoria da saúde dentária geral. A idéia não é nada mais do que um mito médico moderno suportado por pseudociência. Muitas áreas não fluoretadas, incluindo muitas nações européias, por exemplo, têm taxas semelhantes ou até mesmo menores de cavidades dentárias do que nas áreas fluoretadas.
Para saber a verdade sobre o flúor e de onde realmente vem os produtos químicos adicionados às águas municipais (nos EUA), confira o novo vídeo Fluoride Deception* emNaturalNews.TV:(link do vídeo).
*NT: O vídeo do site natural news não é o mesmo do chocante documentário THE FLUORIDE DECEPTION, de Christopher Bryson, conta toda a história do flúor, na perspectiva de uma visão crítica, incluindo os segredos que obscurecem a proposta inicial da adição desse químico nas águas de abastecimento. Partes do documentário podem ser vista no youtube. Link do documentário original aqui.
Fontes para a história incluem:
Artigo original para download: pubs.acs.org
Tradução José Carlos Brasil Peixoto 07032011
Fonte:
Bem-vindo ao site UMA OUTRA VISÃO!
Dr. José Carlos Brasil Peixoto
Médico Homeopata
É um espaço reservado para aquelas pessoas que estão buscando informações diferenciadas sobre temas de saúde, alimentação, ecologia entre outros de relevante importância. São inúmeros artigos entre originais e textos traduzidos, que podem se caracterizar pelo tom inusitado.
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