terça-feira, 30 de julho de 2019

LIVRO: “A Nutrição Revolucionária do Dr. Atkins”


LIVRO:
“A Nutrição Revolucionária do Dr. Atkins”



LIVRO:

“A Nutrição Revolucionária do Dr. Atkins”


Como tratar e evitar doenças através da nutrição racional e com um programa de vitaminas e sais minerais

DR. ROBERT C. ATKINS, M.D.
(Dr. Atkins Nutrition Breakthrough)
artenova

Notas de capa e contracapa
Após tratar, com sucesso, de mais de 17.000 pacientes, o Dr. Robert Atkins desenvolveu um sistema nutricional para tratamento de doenças físicas e emocionais, sem os efeitos colaterais ou riscos das drogas.

A NUTRIÇÃO REVOLUCIONÁRIA é uma abordagem ampla da terapia nutricional que visa manter a saúde e curar doenças através e dosagens específicas de vitaminas e sais minerais.

Milhares de pessoas que sofriam de males comuns, tais como dores de cabeça, ansiedade, depressão e doenças mais graves como artrites, diabetes, distúrbios cardíacos, câncer, estão hoje vivente normalmente, saudáveis, graças à NUTRIÇÃO REVOLUCIONÁRIA.

A NUTRIÇÃO REVOLUCIONÁRIA propõe um programa total para uma boa saúde, incluindo dietas para controle de taxas de açúcar no sangue, o mais importante princípio nutricional. Essas dietas são baseadas nos conceitos apresentados nos dois outros bestsellers A DIETA REVOLUCIONÁRIA DO DR. ATKINS e A DIETA DA SUPERENERGIAQ DO DR. ATKIHNS e comprovados na própria prática médica do Dr. Robert Atkins.

Além disso A NUTRIÇÃO REVOLUCIONÁRIA DO DR. ATKINS inclui uma fórmula básica de vitaminas e sais minerais para os que não apresentam nenhum mal-estar ou sintoma de doenças e que desejam preservar sua saúde.

Amplamente documentado, isento de sensacionalismo, o Dr. Robert Atkins discorre com segurança e seriedade sobre a terapia nutricional e abre, uma vez mais, uma nova fronteira no campo da medicina e saúde.

Álvaro Pacheco
Editor


A NUTRIÇÃO REVOLUCIONÁRIA DO DR. ATKINS
Com o novo e sensacional método científico para tratar doenças físicas e emocionais sem usar remédios.

COM A NUTRIÇÃO REVOLUCIONÁRIA DO DR. ATKINS VOCÊ APRENDE A:

- identificar suas necessidades nutricionais
- selecionar sua dieta
- organizar seu regime exclusivo de vitaminas e sais minerais
- melhorar sua saúde mental
- aumentar sua capacidade imunológica
- corrigir doenças degenerativas como artrite e diabetes
- tratar de sintomas como dores de cabeça e retenção de líquidos
- prevenir doenças cardiovasculares e arteriosclerose
- evitar os efeitos colaterais e perigosos das drogas


CAPÍTULO 1

O QUE ESTE LIVRO REVELARÁ A VOCÊ

Há alguns meses, sentei-me para estudar as fichas de doze pacientes novos, cada um deles com um problema diferente. Todos haviam sido colocados na mesma dieta e tinham recebido a mesma receita de vitaminas para as duas primeiras semanas sob meus cuidados.

   Quando voltaram para a segunda consulta, suas histórias foram surpreendentemente boas.

   O diabético parou de perder açúcar após quatro dias e interrompeu sua série de insulina. A secretária torturada por enxaquecas não tivera uma só dor de cabeça, e tampouco tomara aspirina por dez dias. O estudante, cuja ansiedade era tão intensa que se apavorava com a idéia de acordar pela manhã, sentiu-se tão bem que parou de tomar seus tranqüilizantes. E a mãe do garoto hiperativo declarou que estava bem menos difícil conviver co se filho, agora muito mais alegre e feliz.

   O deprimido homem de meia idade, que vinha tomando grandes doses de estimulantes para combater “uma prostração, uma sensação de vazio, de nada”, observou que seu estado de espírito melhorara e reduziu a dosagem. Estava realmente animado quando me procurou para a segunda consulta.

   A senhora alta e de cabelos brancos disse-me que estava sentindo menos dores devidas à sua artrite, e me mostrou que podia mexer bem melhor com as mãos. O que lhe agradava especialmente era poder livrar-se da medicação antiinflamatória que lhe irritava o estômago.

   O adolescente asmático exibiu orgulhosamente uma bolha de água na mão, eu conseguira jogando tênis sem o auxílio de seu potente remédio contra a asma. A professora tensa e nervosa, que há anos sofria de insônia, estava assombrada por ter passado uma semana inteira sem tomar uma só pílula de dormir, ao passo que o aluno de odontologia, que me procurara queixando-se de cansaço o tempo todo, não podia dar conta de toda a energia e disposição que sentia agora. Quanto ao executivo, cuja azia o obrigava a tomar antiácidos de duas em duas horas, mostrava-se radiante quando disse ter passado doze dias sem dor – e sem antiácido.

   Havia também uma jovem mãe, que se consultara com oito médicos antes de me procurar, e que se sentia tão tonta que não saía sozinha e nem pensava em dirigir. Em sua segunda consulta, mostrou-me o dedo polegar apontando para cima, quando lhe perguntei pelos seus sintomas. Não se sentira tonta nem uma só vez após o seu terceiro dia de regime.

   O último paciente, cujo sério problema de hipertensão o obrigava a tomar três diferentes medicações hipotensoras, voltou tão melhorado que eliminamos completamente dois dos seus remédios na segunda consulta.

   Essas doze pessoas ficaram atônitas com a facilidade de adaptação que tiveram às minhas recomendações, e mais surpresas ainda com o fato de estarem se sentindo tão bem. Todas se sentiram aliviadas por precisarem de menos medicação – ou nenhuma – em alguns casos pela primeira vez em muitos anos.

   Na terceira consulta voltei ao meu método usual, adaptando o regime ao indivíduo, e todos os pacientes continuaram a se sentir bem.

   É óbvio que o mesmo padrão alimentar e a mesma receita de vitaminas não podem ser adequados para todos. Mas esses doze casos comprovam, sem dúvida nenhuma, os seguintes pontos:

·      Esses pacientes tinham obrigatoriamente algo em comum para poderem apresentar melhoras com o mesmo regime inicia.
·      
A dieta básica e a receita de vitaminas de alguma forma, devem ter ajudado a combater esse fator comum e dado início a um processo de reversão da sua tendência destrutiva.

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Fonte Págs. 13-14, do livro “A Nutrição Revolucionária do Dr.
Atkins”; tradução: H, Netto e Regina Helena de Araújo Ribeiro; Editora Artenova Ltda.






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Luzes LED podem causar danos oculares irreversíveis, de acordo com a autoridade de saúde francesa


Luzes LED podem causar danos oculares irreversíveis, de acordo com a autoridade de saúde francesa



Luzes LED podem causar danos oculares irreversíveis, de acordo com a autoridade de saúde francesa

Por Pensar Contemporâneo

A Agência Francesa para a Segurança e Saúde Alimentar, Ambiental e Ocupacional (ANSES) publicou recentemente um relatório de 400 páginas sobre o perigo das luzes LED para os nossos olhos. O relatório afirma que as luzes LED podem levar a uma condição chamada degeneração macular que causa cegueira.

A ANSES pede, entre outras coisas, que os funcionários revisem o limite máximo de exposição a luzes LED (que atualmente não passa de 167 minutos por dia ou não mais que 10mW), que emitem mais luz azul que outros tipos de iluminação.

A iluminação LED ultrapassa a iluminação regular e é até 90% mais eficiente que as lâmpadas incandescentes. A iluminação LED é mais barata e já conquistou metade do mercado de iluminação, e autoridades do setor dizem que ela continuará aumentando, incluindo cerca de 60% do mercado até o final de 2020.

Aqui está o que sabemos sobre a luz azul e seu efeito sobre a nossa saúde e bem-estar.

Pesquisas anteriores reconhecem os efeitos prejudiciais da luz azul em nossos olhos

A pesquisa reconheceu que a exposição à luz azul pode causar danos aos fotorreceptores (fotorreceptores são células do olho que respondem à luz) nos olhos humanos, o que pode levar à perda da visão

A luz azul pode causar fototoxicidade, uma condição na qual as células dos olhos ou da pele ficam danificadas e, portanto, mais sensíveis à luz do que o normal

O relatório divulgado pela ANSES diz que as luzes LED podem causar danos irreversíveis às células da retina, o que pode levar à perda da visão. A exposição prolongada à luz azul causa a morte de células oculares que podem levar à degeneração macular, uma condição ocular que leva à cegueira em pessoas com mais de 50 anos.

Luzes LED são usadas em residências, iluminação pública e locais de trabalho, incluindo ambientes industriais. Os LEDs também estão presentes nos faróis dos carros e até mesmo em alguns brinquedos. Quanto mais brancas as luzes, maior a concentração de luz azul no espectro.

E quanto ao uso de smartphones e outros dispositivos eletrônicos?
Já sabemos que a luz azul em laptops, smartphones e tablets, principalmente quando usada em ambientes escuros, pode atrapalhar o sono e inibir a produção de melatonina

Enquanto o relatório diz que esses dispositivos representam um risco menor de danos aos olhos, os autores fizeram distinção entre exposição aguda e exposição crônica a luzes LED.

Embora a exposição crônica a luzes LED de baixa intensidade seja menos perigosa, pode causar envelhecimento do tecido retiniano e visão deficiente com o tempo, assim como a exposição aguda a luzes LED de alta intensidade.

Exposição à luz azul não afeta apenas sua visão

Luzes LED têm mais efeito sobre o seu corpo do que muitos de nós pensam. Interromper a produção de melatonina pode piorar as condições de saúde, incluindo diabetes, doenças cardíacas e até mesmo algumas formas de câncer, observa o relatório.

Cânceres que são influenciados por perturbações hormonais – incluindo câncer da mama e próstata – podem ser influenciados pela luz azul, a luz azul pode perturbar as hormonas que levam ao sono adequado. O fato de que a exposição à luz à noite pode ter um impacto negativo sobre os hormônios é suspeita de ser a razão pela qual as pessoas que trabalham no turno da noite têm um risco maior de câncer

A luz azul também pode penetrar na pele e afetar sua integridade, levando potencialmente ao envelhecimento prematuro da pele e rugas [10] . O relatório da ANSES também afirma que algumas luzes LED têm um efeito estroboscópico causado por mudanças nas correntes elétricas, o que pode levar a dores de cabeça e a um maior risco de acidentes.

O relatório da ANSES diz que mesmo a exposição limitada à luz azul à noite pode perturbar o ritmo circadiano e causar impacto no sono.

As luzes LED também afetam nosso meio ambiente, e a ANSES recomenda o fortalecimento da regulamentação quanto à poluição luminosa para garantir a segurança de pessoas e animais, já que as evidências “mostram consistentemente um aumento na mortalidade e um esgotamento da diversidade de espécies animais e vegetais estudadas. ambientes de luz ”que incluem iluminação LED.

Quem está mais em risco de danos oculares de luzes LED?

Os adultos mais velhos e as crianças são os mais suscetíveis aos danos oculares causados pelas luzes azuis. Em crianças, as lentes em seus olhos ainda não estão completamente formadas e, portanto, são mais propensas a sofrerem danos na visão e interrupção do sono devido à exposição à luz azul

Como você pode evitar danos aos seus olhos, pele e ritmo circadiano
É claro que mais pesquisas são necessárias para entender o efeito de muita luz azul em nossos olhos, pele e saúde corporal. Enquanto isso, entretanto, você pode tomar algumas precauções para limitar sua exposição à luz azul e proteger seus olhos.

Seja cauteloso com a iluminação que você escolher. Para sua casa, a ANSES recomenda a compra das chamadas luzes LED “quentes brancas”, em oposição às luzes com tonalidade azulada. As luzes LED brancas mornas são indistinguíveis das luzes normais e têm uma temperatura de cor abaixo de 3000K.

Limite sua exposição à luz azul. O relatório também recomenda limitar a sua exposição a LEDs que têm uma alta concentração de luz azul e, claro, evitar telas de LED antes de dormir.

Use o software nos seus dispositivos para ajudar a reduzir a exposição à luz azul.

O software filtra a luz azul e é projetado para ajustar as condições de iluminação em seus dispositivos de acordo com o seu ritmo circadiano.

Cuidado com os faróis. O relatório também pediu aos fabricantes que limitem a intensidade dos faróis dos veículos, alguns dos quais eles afirmam serem muito brilhantes

Desconfie de produtos de filtragem de luz azul. E finalmente, a ANSES duvidou da integridade dos filtros de luz azul e óculos de sol porque sua eficácia não foi comprovada – o que simplesmente mostra que devemos ter cautela ao fazer da luz azul uma parte de nossas vidas cotidianas em vez de simplesmente confiar em filtros para cuidar de para nós.

Coma seus vegetais coloridos. Alimentos contendo carotenoides como zeaxantina, luteína e astaxantina têm o potencial de proteger os olhos e a pele da luz azul. Esses alimentos incluem pigmentos amarelos, laranja e vermelhos. Bons alimentos para se concentrar em incluir couve, brócolis, espinafre, cenoura, pimentão, tomate e alimentos laranja-amarelados, como batata-doce e abóbora ou polpa de abóbora. Para pigmentos vermelhos, escolha salmão, camarão e algas selvagens.

Alguma vez você já se sentiu incomodado com a luz azul ou seu sono foi afetado pela exposição a luzes LED? De acordo com a ANSES, é preciso ter mais cuidado quando se trata de luzes azuis – e até que mais pesquisas sejam conduzidas, podemos ser sábios em seguir seus conselhos!






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sábado, 20 de julho de 2019

11 Benefícios da Catuaba – O Que é, Para Que Serve e Como Tomar


Saúde

11 Benefícios da Catuaba – O Que é, Para Que Serve e Como Tomar



11 Benefícios da Catuaba – O Que é, Para Que Serve e Como Tomar

A catuaba é um extrato derivado de plantas nativas do Brasil encontradas principalmente na região amazônica. Há relatos de que ela é usada desde o século XIX devido aos benefícios da catuaba para a saúde e por causa do seu famoso efeito afrodisíaco.

Além do extrato líquido ou em pó, a catuaba já é disponibilizada na forma de cápsulas e até como componente de bebidas alcoólicas.
Que tal aprender mais sobre os benefícios da catuaba? Aqui você vai encontrar dicas de como usar a planta e saber também se seu consumo causa efeitos colaterais indesejados.

Catuaba – O que é?

A catuaba é o nome dado a uma erva extraída de algumas espécies de plantas nativas de países da América do Sul, incluindo o Brasil. Esse extrato de catuaba é conhecido pelo nome científico de Anemopaegma mirandum. Existe uma certa confusão sobre a catuaba e não se sabe ao certo se esse é o nome dado à árvore ou ao que é extraído dela.
Como a catuaba pode ser obtida de várias espécies de plantas, é mais correto associar o nome catuaba com o que é extraído da planta. Assim, nesse artigo trataremos da catuaba como um extrato obtido de algumas espécies específicas de plantas.

A palavra catuaba tem origem em um dialeto indiano chamado Gurbani, que é falado na região de Punjab na Índia. Nesse dialeto, catuaba significa “o que dá força ao índio”. No entanto, a origem da palavra também é incerta e alguns estudiosos sugerem que a origem do nome catuaba surgiu do Guarani, língua do povo indígena latino-americano, embora o significado ainda seja o mesmo.

Segundo estudos botânicos sobre a catuaba, ela pode ser derivada de várias espécies da mesma família de plantas. A principal delas é encontrada em florestas tropicais como na região da Amazônia e se chama Erythroxylum Vaccinifolium. Ela é uma árvore pequena que contém folhas verdes escuras ou pretas, uma casca cinzenta, flores de cor amarela ou laranja e frutos que são secos e pequenos.

Além dessa espécie, árvores como a Trichilia catigua também podem ser usadas para extração da catuaba. Outros nomes pelos quais a catuaba é conhecida incluem: caramuru, tatuaba, piratancara, pau de resposta ou chuchuhuasha.

A parte da planta que é usada para extrair a catuaba é principalmente a casca da planta, que é rica em compostos alcaloides como as catuabinas A, B e C e a ioimbina. Outros componentes incluem taninos, óleos essenciais, fitoesteroides, ligninas, sesquiterpenos, catequinas, flavonoides e ácidos graxos. Também é possível extrair a catuaba de outras partes da árvore como de suas folhas e flores.

Para que serve

Embora nenhum dos benefícios da catuaba tenham sido comprovados cientificamente, diversos estudos estão sendo conduzidos para entender melhor os efeitos desses componentes no organismo humano, que envolvem principalmente alterações no sistema nervoso central e na libido.
Além de estimular o sistema nervoso central, a catuaba parece ser benéfica para o sistema cardiovascular para tratar problemas cardiovasculares como a hipertensão arterial, para melhorar funções cognitivas como a memória, para tratar inflamações e infecções, para reduzir a ansiedade e para aumentar os níveis de energia do corpo.

Um dos usos mais conhecidos da catuaba tem a ver com seu potencial afrodisíaco. Historicamente, o principal uso da catuaba é como um afrodisíaco natural. Provavelmente, tal propriedade foi descoberta pelos índios nativos do Brasil. Desde então, a catuaba é muito utilizada pelo seu potencial afrodisíaco que aumenta a excitação e trata problemas relacionado ao desempenho sexual masculino como a disfunção erétil.

Assim, a catuaba pode ser indicada para melhorar condições como:

·        Fadiga;
·        Impotência sexual;
·        Problemas de memória;
·        Distúrbios cardiovasculares;
·        Transtornos de ansiedade ou depressão.

Vamos entender um pouco mais sobre o que a catuaba pode trazer de benéfico para a nossa saúde?

Benefícios da catuaba

1. Efeito afrodisíaco

Sem dúvida, o uso popular da catuaba se deve ao seu efeito afrodisíaco. Os alcaloides presentes em sua composição são os principais responsáveis por aumentar a libido e estimular a função sexual.

No caso dos homens, a catuaba é capaz de estimular o fluxo sanguíneo para a região pubiana, o que pode causar ou prolongar a ereção. As pesquisas com animais sobre a catuaba mostram que seus componentes promovem a dilatação dos vasos sanguíneos, o que permite que mais sangue flua para o órgão sexual masculino.

Além da excitação, há quem afirme que a catuaba pode até resultar em orgasmos mais intensos. A catuaba também aumenta a sensibilidade do cérebro à dopamina, o que pode tornar o ato sexual mais prazeroso tanto para o homem quanto para a mulher.

2. Atuação no sistema nervoso

Além de estimular funções biológicas, os alcaloides também atuam no sistema nervoso acalmando os nervos e diminuindo sintomas relacionados à ansiedade e ao estresse.

A catuaba também parece ser eficaz na redução de dores relacionadas a condições de saúde que afetam o sistema nervoso como dores no nervo ciático e a neuralgia, condição que afeta o nervo trigêmeo encontrado no rosto. Porém, ainda não existem estudos que comprovem totalmente os benefícios da catuaba nesses casos.

3. Antidepressivo natural

Estudos indicam que a catuaba apresenta efeitos dopaminérgicos. Isso significa que ela tem a capacidade de interferir nos receptores presentes no cérebro relacionados com a dopamina, um neurotransmissor responsável por regular o sono e o humor, por exemplo. Uma pesquisa realizada em 2005 com ratos e camundongos atesta que a regulação da dopamina é um dos principais mecanismos de ação antidepressiva desencadeado pela catuaba.

Segundo um estudo publicado na revista científica Psychopharmacology, além da dopamina, a catuaba é capaz de interferir no metabolismo de compostos como a melatonina e serotonina. Testes realizados em ratos e camundongos mostraram que ela atua aumentando a liberação de neurotransmissores como a serotonina e de hormônios como a melatonina, que tem a ver com a regulação do humor e do sono, respectivamente.
Assim, acredita-se que a catuaba pode ser uma alternativa natural sem efeitos colaterais graves para aliviar sintomas da depressão e auxiliar no tratamento da doença. No entanto, ainda não há pesquisas sobre o assunto em humanos.

4. Ação antioxidante e possível combate ao câncer

Diversos estudos indicam que a catuaba apresenta efeitos neuroprotetores devido às suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias que protegem o organismo de danos oxidativos nas células.
Dessa forma, a erva é capaz de proteger o corpo de doenças causadas pelo estresse oxidativo incluindo alguns tipos de câncer.
Pesquisas sugerem que a presença de compostos como taninos, alcaloides, ácidos graxos, óleos essenciais, flavonoides, fitoesterois, catequinas e sesquiterpenos na casca são capazes de fornecer benefícios da catuaba para a combater o câncer devido às suas propriedades antioxidantes. Além disso, a catuaba apresenta ação bactericida, que ajuda no combate a outros tipos de doenças.

5. Redução do estresse e ansiedade

Como já mencionado, a catuaba pode aliviar alguns sintomas relacionados ao estresse e à ansiedade. Ainda não se sabe exatamente o mecanismo por trás desses benefícios da catuaba, mas tudo indica que têm a ver com o metabolismo da dopamina e com seu efeito no sistema nervoso.
Por esse motivo, a catuaba também pode ser benéfica para mulheres ao aliviar sintomas relacionados a alterações de humor que surgem durante a tensão pré-menstrual, por exemplo.

Também há quem use a catuaba para tratar problemas paralelos ao estresse e à ansiedade como a insônia e distúrbios psicológicos. Porém, mais estudos precisam ser realizados para atestar esse efeito.

6. Saúde do cérebro e melhora de funções cognitivas

As células do cérebro são muito sensíveis à presença de radicais livres provenientes da exposição à poluição e à radiação ultravioleta do sol sem proteção adequada, por exemplo. As propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias da catuaba parecem proteger o cérebro do dano oxidativo causado por esses radicais livres e preservar funções cognitivas como o foco e a memória.

Além disso, foi verificado em um estudo publicado em 2012 feito com ratos que o uso de catuaba foi eficaz para prevenir danos cerebrais quando esses animais foram submetidos à privação de nutrientes como oxigênio e glicose para o cérebro. Esses resultados têm a ver com o potencial antioxidante do extrato de catuaba.

De acordo com estudos feitos com ratos e publicado no periódico Neurochemical Research em 2012, a catuaba ajuda na prevenção da isquemia, uma condição caracterizada por um fluxo sanguíneo insuficiente para o cérebro que pode estar associada a um maior risco de ocorrência de um acidente vascular cerebral. Nesse estudo, os cientistas verificaram que as substâncias antioxidantes encontradas na catuaba reduzem o estresse oxidativo nas células neurais, prevenindo a isquemia.

7. Prevenção de doenças degenerativas

Um estudo publicado na revista Brain Research em 2008 indica benefícios da catuaba para ajudar a proteger o cérebro contra a degeneração de algumas células nervosas, o que ajuda a prevenir e combater doenças neurodegenerativas como o mal de Parkinson, por exemplo.

Na doença de Parkinson, ocorre a deterioração e a morte celular de células nervosas. Em um estudo, os cientistas simularam as mesmas condições do mal de Parkinson em células sadias e observaram apoptose (morte celular) em várias das células. Em seguida, os pesquisadores injetaram nessas mesmas células um extrato de catuaba e foi verificada uma reversão parcial da apoptose, o que pode indicar que os sintomas da doença podem ser revertidos.

Isso significa que a substância pode ser capaz de reduzir o risco de desenvolvimento de doenças neurodegenerativas e também retardar o avanço das doenças.

8. Efeito anti-inflamatório

Segundo um estudo publicado em 2004, há evidências de que a atividade da enzima fosfolipase A2 (PLA2) que está envolvida com resposta inflamatórias do organismo é totalmente inibida pela presença de catuaba. Isso indica que a catuaba é capaz de combater inflamações no corpo.
Essa enzima também é encontrada em altos níveis em pessoas com mal de Alzheimer ou esclerose múltipla e sua inibição pela catuaba é bastante promissora para o tratamento dessas doenças.

9. Ação antimicrobiana

Um estudo bem antigo publicado pelo cientista Manabe em 1992 já demonstrava o efeito antimicrobiano da catuaba em camundongos. Tal estudo indicava que os extratos da casca de catuaba eram úteis para prevenir infecções bacterianas em pacientes com AIDS que costumam ter o sistema imunológico enfraquecido.

Nesse estudo, os animais sobreviveram a doses letais de bactérias como Escherichia Coli e Staphylococcus, o que indica que a catuaba apresenta um alto poder bactericida.

10. Aumento da energia

Além do efeito afrodisíaco da catuaba, ela parece fornecer energia para suas tarefas diárias e para o seu treino.
Isso pode estar relacionado com o aumento da concentração de substâncias no cérebro que promovem a sensação de bem-estar e de disposição. Porém, mais estudos precisam ser realizados para comprovar sua eficácia nesse quesito.

11. Redução da pressão arterial elevada

Apesar da falta de evidências científicas contundentes, alguns estudos indicam benefícios da catuaba para ajudar a reduzir a pressão alta. Isso porque a catuaba atua dilatando os vasos sanguíneos, o que tem um efeito direto na diminuição da pressão arterial.

No entanto, nunca substitua o seu tratamento para pressão alta por um composto natural como a catuaba sem antes consultar um médico.

Como tomar

O chá de catuaba é a forma mais simples e tradicional de usar a planta. Porém, é possível adicionar o extrato ou as cascas da planta em praticamente qualquer tipo de bebida.

– Chá

Para preparar a bebida, basta adicionar de 1 a 2 colheres de chá de casca ou extrato de catuaba para cada xícara de água quente.
O recomendado é beber 1 xícara até 4 vezes por dia. Para aumentar o poder afrodisíaco da catuaba, é indicado beber o chá pouco antes da atividade sexual.

– Smoothie, vitaminas ou sucos

Outra maneira de tomar a catuaba é adicionar 1 colher de chá da casca ou do seu extrato em um smoothie, vitamina e até em sucos. Misture bem e beba.

– Outras formas

Também é possível encontrar cápsulas de catuaba que podem ser tomadas com um copo de água.

Além disso, especialistas indicam que se você for usar o extrato da planta é interessante adicionar 1 colher de sopa de suco de limão à bebida. Isso ajuda a liberar os princípios ativos da catuaba como os taninos e os alcaloides presentes em sua composição devido à acidez do limão. Assim, adicionar catuaba em sucos ácidos pode ajudar a potencializar seus efeitos benéficos para a saúde.

Efeitos colaterais

Como qualquer outra erva, o consumo de catuaba pode causar alguns efeitos adversos. Ainda não há estudos detalhados sobre o assunto e até o momento as evidências sugerem que o consumo da catuaba é seguro para a saúde. No entanto, principalmente se for usada em excesso, podem ser observados os seguintes efeitos colaterais:

·        Dor de cabeça;
·        Tontura;
·        Confusão mental;
·        Irritação no estômago;
·        Espasmos musculares;
·        Dificuldade de concentração;
·        Efeitos sexuais.

Efeitos como dores de cabeça, tontura, confusão, espasmos e problemas para se concentrar podem ocorrer devido ao efeito da planta no sistema nervoso central. Geralmente, tais efeitos são observados na primeira vez que você usa a catuaba e logo depois desaparecem.

Apesar de ser um afrodisíaco potente e poder ser usado no tratamento de disfunção erétil, em algumas pessoas o efeito contrário pode ser observado, principalmente se excedida a dose diária máxima recomendada de 3 mililitros de extrato de catuaba. Nesses casos, suspenda o uso da erva e procure um médico para avaliar qual o melhor tratamento para você.
Não há estudos que indiquem que o consumo de catuaba faz mal para gestantes ou lactantes. No entanto, é melhor prevenir do que remediar e evitar o uso de qualquer tipo de erva durante a gravidez sem aval médico.

Cuidados

Além de tomar cuidado com os excessos, é importante atentar para a fonte do extrato de catuaba. Isso porque um estudo publicado em 2004 mostrou que extratos de catuaba vendidos comercialmente variam muito quanto à sua pureza e composição.

Isso pode representar um perigo para à saúde, já que alguns extratos podem conter outras substâncias ou uma concentração muito baixa de alcaloides, por exemplo, o que reduz muito a eficácia do produto.

Infelizmente, existem algumas empresas que se aproveitam da ingenuidade do consumidor e vendem algo diferente do que as cápsulas ou extratos realmente contêm. Assim, procure por suplementos de qualidade para evitar esse tipo de problema e para ter certeza do que você está ingerindo.

Considerações finais

O consumo moderado de catuaba pode fazer bem à saúde e promover efeitos afrodisíacos, principalmente para os homens. Porém, muitos dos benefícios mencionados nesse texto ainda estão sendo estudados para que sua eficácia seja comprovada e o uso da catuaba seja considerado 100% seguro.

Dessa forma, apesar dos indícios de que a planta funcione, a sugestão é que você use a erva com moderação e, se julgar necessário, busque orientação médica para mais detalhes sobre o uso da catuaba.

Fonte:




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