A MÁFIA MÉDICA
25 de fevereiro de 2010
Dra.
Ghislaine Lanctot
A MÁFIA MÉDICA
Dra. Ghislaine Lanctot
"A Máfia Médica" é
o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do
colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se
provavelmente da denuncia, publicada, mais completa, integral, explícita e
clara do papel que forma, a nível mundial, o complô formado pelo Sistema
Sanitário e pela Indústria Farmacêutica.
O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da saúde e da enfermidade, que
tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que
monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios.
Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades,
explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação,
mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na
enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos
ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia pesada contra todos os
medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de
auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes
do sistema. A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno
Muñoz para Discovery Salud:
MEDICINA SIGNIFICA NEGOCIO
A autora de “A Máfia Médica” acabou os seus estudos de Medicina
em 1967, numa época em que – como ela mesma confessa – estava convencida de que
a Medicina era extraordinária e, de que antes do final do séc. XX se teria o necessário
para curar qualquer enfermidade. Só que essa primeira ilusão foi-se apagando
até extinguir-se.
- Porquê essa decepção?
Dra. Ghislaine Lanctot: Porque comecei a ver muitas coisas
que me fizeram refletir. Por exemplo, que nem todas as pessoas respondiam aos
maravilhosos tratamentos da medicina oficial.
Para além disso, naquela época entrei em contacto com várias
terapias suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês
Médecine Douce) – que não tiveram problema algum em me abrir as suas consultas
e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as medicinas não
agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores
efeitos secundários.
- E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade ninguém lhe
havia falado dessas terapias alternativas não agressivas?
Dra. Ghislaine Lanctot: Assim foi. Logo a minha mente foi
mais além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem
charlatães a pessoas a quem eu própria tinha visto curar e porque eram
perseguidas como se fossem bruxos ou delinquentes. Por outro lado, como médico
tinha participado em muitos congressos internacionais - em alguns como oponente
– e dei-me conta de que todas as apresentações e depoimentos que aparecem em
tais eventos estão controladas e requerem, obrigatoriamente, ser primeiro
aceites pelo comitê científico organizador do congresso.
- E quem designa esse comitê científico?
Dra. Ghislaine Lanctot: Pois geralmente quem financia o
evento: a indústria farmacêutica. Sim,
hoje são as multinacionais quem decide, até o que se ensina aos futuros médicos
nas faculdades e o que se publica e expõe nos congressos de medicina! O
controlo é absoluto.
- E isso foi clarificador para si...?
Dra. Ghislaine Lanctot: E muito! Dar-me conta do controle e
da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam
os estudantes – fez-me entender claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio. A Medicina está hoje
controlada pelos seguro – públicos ou
privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o
controle sobre o tipo de medicina a que acede. Já não pode escolher. E há mais,
os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias
que se vão praticar. Esse olharmos para trás das companhias de seguros ou da
segurança social... encontramos o mesmo.
- O poder econômico?
Dra. Ghislaine Lanctot: Exato, é o dinheiro quem controla
totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja
este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes.... porque as pessoas sãs, não geram ingressos. A estratégia consiste
em suma, em ter enfermos crônicos
que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só
sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a
inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é
rentável, não interessa. A medicina atual está concebida para que a gente
permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a
vida.
UM SISTEMA DE ENFERMIDADE
- Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao
sistema sanitário como “sistema de enfermidade”
Dra. Ghislaine Lanctot: Efectivamente. O chamado sistema
sanitário é na realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da
enfermidade e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo
físico e não tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que
para além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema. Trata-se de
um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se
estimula para que consuma fármacos de todo o tipo.
- Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas!
Dra. Ghislaine Lanctot: Está ao serviço de quem dele tira
proveito: a indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória –
o sistema está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o
sistema está às ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o sistema
de enfermidade em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica
máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por
poder.
- E que papel desempenha o médico nessa máfia?
Dra. Ghislaine Lanctot: O médico é – muitas vezes de uma
forma inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria.
Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema
encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os
olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos
médicos, é-lhe reforçada a idéia de que a função do médico é curar e salvar
vidas, de que a enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o
custo e de que o ensinamento recebido é o único válido. E mais, ensina-se-lhes
que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde.
Daí resulta que exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da
medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam
outras formas de curar que não sejam servis ao sistema.
- O sistema, de fato, pretende fazer crer que a única medicina válida é a
chamada medicina científica, a que você aprendeu e que renegou. Precisamente no
mesmo número da revista em que vai aparecer a sua entrevista, publicamos um
artigo a respeito.
Dra. Ghislaine Lanctot: A medicina científica está
enormemente limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal
efeito obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e
requer tal tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que
se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o
pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos
com algum problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao
paciente e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos.
- É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer
desaparecer os sintomas.
Dra. Ghislaine Lanctot: Salvo no que se refere a
cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios
de diagnóstico, sim. Dá a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina
a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge.
- Pensa que, dão melhor resultado as chamadas medicinas suaves ou não
agressivas
Dra. Ghislaine Lanctot: São uma melhor opção porque
tratam o paciente de uma forma holística e ajudam-no a curar... mas tão pouco curam.
Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda mas
apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio. Quando está
consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O
enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar. A autocura
é a única medicina que cura. A questão é que o sistema trabalha para que
esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres
submissos e dependentes. Nas nossas mãos está pois, romper essa escravidão.
- E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas,
mediáticas e econômicas o permitem? Porque os governos não acabam com este
sistema de enfermidade, que por outro lado, é caríssimo?
Dra. Ghislaine Lanctot: Acerca disso, tenho três
hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa... mas é
difícil de aceitar porque a informação está ao seu alcance há muitos anos e nos
últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a corrupção
do sistema e a conspiração existente. A segunda hipótese é que não podem acabar
com ele... mas também resulta como difícil de acreditar porque os governos têm
poder.
- E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o sistema.
Dra. Ghislaine Lanctot: Pois o certo é que, eliminadas as
outras duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a
acabar com um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz parte
dele, porque faz parte da máfia.
A MAFIA MÉDICA
- Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”?
Dra. Ghislaine Lanctot: Em diferentes escalas e com
distintas implicações, com certeza, a industria farmacêutica, as autoridades
políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as
Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a
Organização Mundial de Saúde (OMS) - o Ministério da Saúde da ONU – e, com
certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.
- Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das
máfias”?
Dra. Ghislaine Lanctot: Assim é. Essa organização
está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que
estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países.
Todo o mundo tem que obedecer cegamente às diretrizes da OMS. Não há
escapatória. De fato, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode
escapar ao seu controle.
- Em que consiste essa declaração?
Dra. Ghislaine Lanctot: Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para
estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi
retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para
um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então,
“direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as
vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.
- Uma acção que não se questiona
Dra. Ghislaine Lanctot: Claro, porque, “quem vai ousar
duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há
que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O
poder econômico!
- Crê que, nem sequer as organizações humanitárias escapam a esse controlo?
Dra. Ghislaine Lanctot: Com certeza que não. As organizações
humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E
portanto, as suas atividades estão igualmente controladas. Organizações como
Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na
realidade servem ao dinheiro.
- Uma máfia sumamente poderosa!
Dra. Ghislaine Lanctot: Onipotente, diria eu.
Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se” os investigadores. Os
dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos”
intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também. Os
produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais
graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio.
As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem,
entre a população, o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De fato, a
obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar
inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E
em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de
embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em
tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os
alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E
mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a
escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o
Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o
resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas
continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.
AS AUTORIDADES MENTEM
- O que explica do sistema sanitário imperante é uma realidade
que cada vez mais gente começa a conhecer, mas surpreenderam-nos alguns das
suas afirmações a respeito do que define como “as três grandes mentiras das
autoridades políticas e sanitárias”.
Dra. Ghislaine Lanctot: Pois reitero-o: as autoridades
mentem quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a sida
é contagiosa e mentem quando dizem que o câncer é um mistério.
- Bem, falaremos disso ainda que, já lhe adianto, na revista não compartilhamos
alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem, podemos começar por falar
das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação de que nenhuma vacina é útil,
não se sustém. Uma coisa com que concordamos, é que algumas são ineficazes e
outras inúteis; às vezes, até perigosas
Dra. Ghislaine Lanctot: Pois eu mantenho todas as minhas afirmações.
A única imunidade autêntica é a natural e essa desenvolve-a 90% da população,
antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo
o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as vacinas têm
riscos, é algo muito evidente; apesar de se ocultar.
Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma enfermidade para
que se
destina. Porque não se adverte? Também se oculta que a pessoa vacinada pode
transmitir a enfermidade ainda que não esteja enferma. Assim mesmo, não se diz
que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a enfermidade. Ainda que o mais
grave seja que se oculte a inutilidade, constatada, de certas vacinas.
- A quais se refere?
Dra. Ghislaine Lanctot: Às das enfermidades como a
tuberculose e o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola,
de que 90% das mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que
durante as maiores epidemias só alcançava a 7% das crianças apesar disso, hoje,
vacina todos; a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente
resistentes aos anti-corpos das vacinas.
- E até que ponto podem ser também perigosas?
Dra. Ghislaine Lanctot: As inumeráveis complicações
que causam as vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão
suficientemente documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso
há já numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as
demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes. Por outra
parte, quando se examinam as conseqüências dos programas de vacinações massivas
extraem-se conclusões esclarecedoras.
- Agradeceria que mencionasse algumas
Dra. Ghislaine Lanctot: Olhe, em primeiro lugar as vacinas
são caras e constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano.
Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas... é o que obtém a
industria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas repetida
a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer, por
exemplo, estalar a “sida silenciosa” e garantir um “mercado da enfermidade”,
perpetuamente florescente. Mais dados: a vacinação incita à dependência
médica e reforça a crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais
horrível é que a vacinação facilita os genocídios selectivos pois permite
liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região... Serve como
experimentação para testar novos produtos sobre um amplo mostruário da
população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica
porque permite interferir no património genético hereditário de quem se queira.
- Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom ou mau
uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza. Bem, falemos se
lhe parece, da segunda grande mentira das autoridades: você afirma que a AIDS
não é contagiosa. Perdoe-me, mas assim como o resto das suas afirmações nos
pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos visto que argumente essa
afirmação.
Dra. Ghislaine Lanctot: Eu afirmo que a teoria de que
o único causador da sida é o HIV o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa.
Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o HIV não implica necessariamente
desenvolver sida. Porque a sida não é senão uma etiqueta que se “coloca” num
estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema
imunitário estáem baixo. E nego que ter sida equivalha a morte segura.
Mas, claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a
ideia de que a Sida é una enfermidade causada por um só vírus apesar de o
próprio Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do HIV
enm1983, ter reconhecido já em 1990, que o HIV não é suficiente por si só para
causar a sida. Outra evidência é o facto de que há numerosos casos de sida, sem
vírus VIH e numerosos casos de vírus HIV, sem sida (seropositivos). Por outro
lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus HIVuse a sida, e a
demonstração é uma regra científica elementar para estabelecer uma relação
causa-efeito, entre dois fatores. O que se sabe, sem dúvida, é que o HIV é um
retrovirus inofensivo que só se ativa quando o sistema imunitário está
debilitado.
- Você afirma no seu livro que o HIV foi criado artificialmente num laboratório
Dra. Ghislaine Lanctot: Sim. Investigações de
eminentes médicos indicam que o HIV foi criado enquanto se faziam ensaios de
vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o
continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de
vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe
ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois
deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se
queriam exterminar.
- Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a AIDS
Dra. Ghislaine Lanctot: Já no Congresso sobre SIDA
celebrado em Copenhague em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que
a solução então proposta pela medicina científica para combater o HIV, o AZT,
era absolutamente ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem,
eu afirmo que se pode sobreviver à sida... mas não ao AZT. Este medicamento é
mais mortal que a AIDS. O simples senso comum permite entender que não é com
fármacos imuno-depressores que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida
converteu-se noutro grande negócio. Por isso, promociona-se amplamente
combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro à industria farmacêutica. É tão
simples quanto isto.
- Falemos da “terceira grande mentira” das autoridades: a de que o câncer é um
mistério
Dra. Ghislaine Lanctot: O chamado câncer, ou seja, a
massiva proliferação anômala de células, é algo tão habitual que todos o
padecemos varias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso sucede, o
sistema imunitário atua e destrói as células cancerígenas. O problema surge
quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o
conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor.
- E é nesse momento quando se entra na engrenagem do “sistema de
enfermidade”
Dra. Ghislaine Lanctot: Assim é. Porque quando se
descobre um tumor se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de
ajudá-lo, que escolha entre estas três possibilidades ou “formas de tortura”:
amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia).
Escondendo-se-lhe, que existem remédios alternativos eficazes, inócuos e
baratos. E depois de quatro décadas de “luta intensiva”contra o câncer, qual é
a situação nos próprios países industrializados? Que a taxa de mortalidade, por
câncer, aumentou. Esse simples fato põe em evidência o fracasso da sua
prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram-se milhares de milhões de euros e
tanto o número de doentes, como o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a
quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a criou e quem a sustem. No
caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos fabricantes e
traficantes de armas. Bom, pois em medicina quem se beneficia são os
fabricantes e traficantes do “armamento contra o câncer” ou seja, quem está
detrás da quimioterapia, da radioterapia, da cirurgia e de toda a industria
hospitalar.
A MAFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA
– No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma
necessidade evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação?
Dra. Ghislaine Lanctot: Verá, pense num peixe
comodamente instalado no seu aquário. Enquanto tem água e comida, tudo está bem
mas se lhe começa a faltar o alimento e o nível da água desce perigosamente o
peixe decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar.
Bom, pois eu entendo que a máfia médica nos pode empurrar a dar esse salto
individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a saltar.
- Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado
Dra. Ghislaine Lanctot: Sim. E eu creio que se está
elevando muito e muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é
pública: que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc.
Ademais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou que todas
as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham
popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes quando
5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da
população mundial seja consciente e conectado com a sua própria divindade.
Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o
sistema atual derrubará. Tão simples como isto.
- E em que ponto crê que estamos?
Dra. Ghislaine Lanctot: Não sei quantificá-lo, mas
penso que provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que
quando vai ao médico vai a um especialista da enfermidade e não a um
especialista da saúde. Deixar de lado a chamada “medicina científica” e a
segurança que oferece, para ir a um terapeuta é já um passo importante. Também
o é perder o respeito e a obediência cega ao médico. O grande passo é dizer não
à autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade interior.
- E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior?
Dra. Ghislaine Lanctot: O medo. Temos medo de não
chamar o médico. Mas é o medo, por si próprio, quem nos pode enfermar e matar.
Nós morremos de medo. Esquecemo-nos que a natureza humana é divina, o que quer
dizer, concebida para nos comportarmos como deuses. E desde quando os deuses
têm medo? Cada vez que nos comportamos de maneira diferente da de um deus
pomo-nos enfermos. Essa é a realidade.
- E o que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para a elevação
da consciência nesta matéria?
Dra. Ghislaine Lanctot: Informar sem tentar convencer. Dizer o que
sabeis e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação. Porque
intentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos noutra
guerra. Necessita-se apenas dar referencia. Basta dizer as coisas. Logo, as
pessoas as escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o
seu amor por si mesmos, dirão: “Isso é impossível”. Se pelo contrário têm
aberto o coração, escutarão e questionarão as suas convicções. É então, nesse
momento, quando quiserem saber mais, que se lhes poderá dar mais informação.
Laura Jimeno Muñoz
Jornalista
Para
assistir o vídeo no Youtube:
A
Máfia Médica 1 de 6:
Assista
também:
Documentário:
Vacinação 101, com Ghislaine Lanctôt
vídeo:
Docteur Ghislaine Lanctot
Para
fazer o download do livro « The Medical Mafia » em inglês:
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