LABORATÓRIO
Nova classe de alimentos
Edição Impressa 181 - Março 2011
Alimentos frescos: menos calorias
Versões altamente processadas dos alimentos tendem a ser mais calóricas e potencialmente mais perigosas à saúde do que a forma original dessas comidas.
Consumir um pêssego fresco é, por exemplo, mais saudável do que ingerir a fruta em conserva. Com base nesse raciocínio, pesquisadores brasileiros encabeçados por Carlos Augusto Monteiro, da Universidade de São Paulo, propõem uma nova forma de classificar os alimentos: em três categorias, e não mais duas (Cadernos de Saúde Pública, novembro de 2010).
O principal parâmetro considerado é o grau de processamento. Produtos pouco ou não processados – frutas frescas, vegetais, grãos, carnes, leite, sucos naturais – formam o primeiro grupo.
O segundo grupo é composto por alimentos manipulados que entram em preparações culinárias, como farinhas, manteigas, óleos vegetais, sal, açúcar e certas massas.
A novidade é o terceiro nível, dos extremamente processados, que deveriam ser ingeridos com moderação [pequeníssimas quantidades, e muito raramente] (pães, chocolates, queijos, refrigerantes e embutidos).
O grupo de Monteiro aplicou essa classificação a um levantamento do IBGE feito em 48 mil domicílios e constatou que os alimentos do primeiro grupo contribuem com 42,5% das calorias ingeridas diariamente pelo brasileiro; os do segundo com 37,5%; e os do terceiro com 20%. A participação dos alimentos altamente processados foi maior entre os mais ricos.
Fonte:
NOTA: o leite e seus derivados, os refrigerantes (mesmo os light e diet), paes, bolachas e biscoitos feitos com farinha branca refinada, deveriam ser cortados do cardápio. São anti-alimentos ou alimentos tranqueira, alimentos nota zero.
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